quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

BBC: "Scandinavian countries are the fairest places for women to live"


(reprodução de mapa, com o título em epígrafe, que nos caiu entretanto na página do Facebook)

terça-feira, 28 de Outubro de 2014

"Quando se trata de contar votos no Conselho Geral, os alunos são importantes"!


(título de mensagem, datada de domingo, 26 de outubro de 2014, disponível em O Campus e a Cidade)

"O nosso problema"

"Desobediência civil não é o nosso problema. O nosso problema é a obediência civil. O nosso problema é que pessoas por todo o mundo têm obedecido às ordens de líderes e milhões têm morrido por causa dessa obediência. O nosso problema é que as pessoas são obedientes por todo o mundo face à pobreza, fome, estupidez, guerra e crueldade. O nosso problema é que as pessoas são obedientes enquanto as cadeias se enchem de pequenos ladrões e os grandes ladrões governam o país. É esse o nosso problema." 

Ramalho Eanes 

(cortesia de Nuno Soares da Silva)

domingo, 26 de Outubro de 2014

"Vou para empresário de sucesso"!

Empresário de sucesso

(título de mensagem, datada de 21 de Outubro de 2014, disponível em Empreender)

quinta-feira, 23 de Outubro de 2014

“Seria impossível as universidades viverem sem propinas”

«O tema está na ordem depois da Alemanha abolir as propinas. Em Portugal, diz o novo líder dos reitores, elas representam 20% das receitas e é impensável seguir o exemplo germânico.
Regras diferentes para os alunos no acesso às universidades e aos politécnicos. O assunto ainda não está a ser discutido, mas o novo presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) diz não ter dúvidas de que o tema "terá que ser considerado nos próximos tempos". Uma medida que, sublinha António Cunha, tem de ser acompanhada por uma "diferenciação" do perfil dos alunos que frequentam os dois sistemas e também dos cursos que se ministram em cada um deles.

Os politécnicos defendem a alteração às regras de acesso ao ensino superior. Concorda?
Há questões que podem ser discutidas. Por exemplo se todos os cursos de engenharia, como os ligados à Agronomia, deviam exigir Matemática ou Física. O CRUP será sempre renitente em evoluir para a diminuição da exigência e da qualidade. O número de estudantes que têm aprovação em Matemática e Física é um problema nacional. Devemos procurar que os níveis de desempenho no ensino secundário sejam mais elevados e ter mais alunos em condições de aceder ao ensino superior.»

(reprodução de notícia Económico online, de 23 de Outubro de 2014)

[cortesia de Nuno Soares da Silva]

"Impressiona a inconsequência de tais tragédias nas praxes"


(título de mensagem, datada de quinta-feira, 16 de outubro de 2014, disponível em O Campus e a Cidade)

quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

O porquê da saída da Pró-Reitora Felisbela Lopes?

António Cunha ainda não conseguiu, até ao momento, quase após um mês, explicar à UMinho o porquê da saída da Pró-Reitora Felisbela Lopes, que, pelo seu lado, parece que saiu sem também querer dar à comunidade académica da UMinho uma explicação válida para que esta perceba o porquê de tal decisão! 
Tanta falta de informação só deve resultar de os motivos terem que ficar nos segredos dos Deuses! Assim, como em outras situações, fica em causa a transparência e a prestação de contas devida a toda a Comunidade face a uma decisão que afeta a estratégia da Reitoria para a comunicação interna e externa proposta no Programa de Candidatura.

"Devia morrer-se de outra maneira"

"Devia morrer-se de outra maneira. Transformarmos-nos em fumo, por exemplo. Ou em nuvens".

J. Gomes Ferreira

sexta-feira, 17 de Outubro de 2014

"Reitor da Universidade de Lisboa: ´Há um limite que não é possível ultrapassar`"

«O reitor da Universidade de Lisboa criticou hoje as políticas para o ensino superior, que não acredita serem "obra do acaso", mas sim "opção estratégica", referindo a redução orçamental e defendendo que "há um limite que não é possível ultrapassar".
Na cerimónia de abertura do ano académico 2014-2015, que hoje decorreu na reitoria da Universidade de Lisboa, e na qual foi entregue o prémio Universidade Lisboa 2014 ao professor universitário Adriano Moreira, o reitor António Cruz Serra, que assina também o primeiro ano à frente da universidade, criticou os "sucessivos constrangimentos" a que a instituição teve que se adaptar.
Referiu, entre outros, a impossibilidade de aumentar o valor da massa salarial acima do estipulado para o ano anterior -- determinação que volta a ser imposta no Orçamento do Estado para 2015 -- e que "pode redundar em redução de efectivos e envelhecimento"; as cativações feitas às receitas próprias das universidades, ou da "atrofia progressiva do orçamento, que reduziu em mais de metade" o valor com o qual as instituições podiam contar há quase 10 anos.
"Tivemos que lidar com variações imprevistas, com cortes não explicados, com compensações de critérios obscuros", declarou o reitor, sublinhando que só no último ano a universidade teve que alterar por três vezes o valor do ordenado dos funcionários.
Recordou ainda a promessa ainda não cumprida do primeiro-ministro de conceder mais autonomia às universidades, e criticou a manutenção do estatuto de fundação para algumas universidades, "um estatuto jurídico cuja extinção foi anunciada" e que "continua a merecer tratamento preferencial, não havendo qualquer racional de qualidade ou bom governo que permita às restantes instituições beneficiarem das mesmas condições preferenciais".
"Como não acredito que tudo isto seja obra do acaso, estou em crer que se trata de uma expressão de escolha e de uma opção estratégica, cujo equilíbrio não podemos deixar de pôr em causa", declarou António Cruz Serra.
O reitor disse ainda que o ano académico se inicia "num Portugal enevoado e triste, que ainda não soube ultrapassar a crise que vem vivendo".
"Um Portugal que, mantendo o desinvestimento na educação, e desvalorizando a função do ensino superior, regista preocupantes níveis de desemprego e emigração, sobretudo afectando os mais jovens", declarou.
Afirmando a disponibilidade da universidade para ajudar a criar novas empresas, o reitor recordou que foram alguns dos diplomados da instituição que formaram empresas como a EDP, a PT, ou a TAP.
"É inquietante testemunharmos que nem sempre somos capazes de preservar tudo aquilo que construímos. Temos de avaliar e tirar consequências. Aprender a lição e prosseguir", disse.»
(reprodução de notícia Negócios online, de 16 Outubro 2014)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

quinta-feira, 16 de Outubro de 2014