terça-feira, 23 de Setembro de 2014

"Candidaturas às Universidades invertem tendência de cinco anos"

«Este ano, na segunda fase do concurso, há mais 872 alunos candidatos ao ensino superior do que no ano passado.
Uma tendência que já foi registada durante a primeira fase do concurso nacional quando houve mais candidatos e mais alunos colocados do que em 2013, invertendo assim o ritmo de redução de interessados em seguir os estudos para a universidade, que se tem sentido nos últimos cinco anos. Segundo os dados da Direcção Geral do Ensino Superior, as candidaturas encerraram com 18.382 estudantes e ao total dos candidatos que vão conseguir ser colocados vão somar-se aos 37.778 que este ano já entraram na universidade. No ano passado houve 17.510 candidatos na segunda fase. 
Apesar de só ser conhecido o número de colocados na próxima quinta-feira, o ministro da Educação diz que este é um "bom sinal para o desenvolvimento do País" e que está a "trabalhar para que este seja a tendência" no futuro, lembrando os vários programas lançados pelo Governo para recuperar estudantes para o Superior.
(reprodução de notícia Económico online, de 22/09/14 - ANA PETRONILHO)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

segunda-feira, 22 de Setembro de 2014

"Estatuto do estudante internacional já vale 1ME à Universidade de Coimbra"

«A Universidade de Coimbra vai acolher este ano letivo 140 alunos estrangeiros ao abrigo do novo Estatuto do Estudante Internacional, que, num contexto de cortes de financiamento público, representam uma receita própria adicional de um milhão de euros anual.
Pela primeira vez este ano letivo, com a publicação há meses do Estatuto do Estudante Internacional, o ensino superior português vai poder acolher estudantes estrangeiros, cobrando propinas com base no custo real dos cursos por aluno, e não nos limites máximos fixados pelo Estado para os estudantes nacionais.
De acordo com o vice-reitor de Coimbra, Joaquim Ramos de Carvalho, dois terços dos candidatos admitidos são brasileiros e o segundo país mais representado é Angola.
Os alunos terão que passar este ano por "um ano zero" de preparação, no fim do qual prestarão provas elaboradas pela Universidade para então ingressarem nos cursos a que se candidataram.
Direito, Engenharia Civil, Economia, Arquitetura, Jornalismo e Relações Internacionais são os cursos mais procurados pelos estudantes que vão pagar uma propina anual de sete mil euros, bastante superior aos cerca de mil euros que pagam os alunos portugueses.
A aprovação já bastante próxima do início do ano letivo do novo estatuto não deu tempo às universidades de se promoverem no estrangeiro. Coimbra vai lançar campanhas para atrair estudantes internacionais no Brasil e na China, os dois mercados em que está mais focada.
As expetativas, disse à Lusa o reitor João Gabriel Silva, são de crescimento de alunos e receitas, que a universidade quer que atinjam os quatro a cinco milhões anuais ao longo dos próximos anos.
Na Universidade do Porto, das 344 vagas disponíveis para estes alunos, a instituição matriculou apenas 11 dos 26 candidatos, que procuraram sobretudo os cursos de Direito, engenharias e Línguas e Relações Internacionais.
A universidade vai cobrar entre 3.500 a 8.000 euros anuais, dependendo dos cursos.
A instituição, que tem um orçamento anual a rondar os 200 milhões de euros, capta a maioria das suas receitas próprias através de fundos comunitários destinados a apoiar a investigação e ciência, tendo criado para o efeito uma equipa profissional apenas para procurar programas internacionais e preparar as candidaturas.
Também a Universidade de Lisboa aposta fortemente no financiamento comunitário para contrariar as quebras nas verbas transferidas pelo Estado, até porque, referiu à Lusa o vice-reitor da instituição Eduardo Pereira, "há muito tempo que o Orçamento do Estado não é suficiente para pagar salários".
Em Lisboa ainda não há dados sobre o número de candidatos internacionais aos cursos da universidade, mas o vice-reitor adianta que há candidatos nas várias faculdades, ainda que "em número reduzido".
Coimbra e Lisboa partilham uma mesma preocupação relativamente à diminuição do investimento público no ensino superior, que se prende com os efeitos no corpo docente universitário, impedido de se renovar.
"O impacto mais substancial é o do envelhecimento do corpo docente. É uma espécie de bomba-relógio. O conhecimento não se transmite só pelos livros. Os professores mais velhos deveriam poder transmitir aos mais novos os conhecimentos adquiridos pela experiência", sublinhou o reitor de Coimbra.
O vice-reitor Eduardo Pereira disse que na Universidade de Lisboa "a renovação de pessoal é cada vez menor" e sublinhou que "com menos não se pode fazer mais".
Globalmente, para os alunos internacionais foram este ano abertas 7.053 vagas no ensino público e 2.968 vagas no privado.»
(reprodução de notícia Porto Canal, de 22-09-2014 -  http://portocanal.sapo.pt/noticia/37707/)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]

sexta-feira, 19 de Setembro de 2014

"Coisas chatas da pedagogia que se escrevem nos relatórios"

Coisas chatas da pedagogia 

(título de mensagem, datada de 19 de Setembro de 2014, disponível em Empreender)

O truque da filosofia é ...

"O truque da filosofia é começar por algo tão simples que ninguém ache digno de nota e terminar por algo tão complexo que ninguém entenda". 

B. Russell

quinta-feira, 18 de Setembro de 2014

Reunião nº 004/2014 do Conselho Geral: Convocatória

Data: 6 de outubro de 2014 
Hora: 9.30* 
Local: Sala de Reuniões da Reitoria, Largo do Paço 

 Assuntos de iniciativa do CG: 
1. Informações; 
2. Aprovação da Ata nº 03/2014 relativa ao mês de julho de 2014; 
3. Deliberação sobre a integração no CG da Professora Sílvia Carrasco; 
4. Proposta de Criação/reestruturação de Subunidades Orgânicas; 
5. Processo de eleição do Provedor do Estudante; 
6. Planos Estratégicos das UOEI e funcionamento dos Serviços: modelos de abordagem e calendarização; 
7. Reunião do CG aberta ao público – data e definição dos temas. 

Assuntos de iniciativa do Reitor: 
1. Informações; 
2. Contextos e desenvolvimentos no ensino superior; 
3. Resultados do Concurso Nacional de Acesso; 
4. Acordo de Concórsio das Universidades do Norte (UNorte.pt);
5. Plano de Investimentos da UMinho. 

 Braga, 17 de setembro de 2014 

O Presidente do Conselho Geral da UMinho 

Álvaro Laborinho Lúcio
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* Antes de iniciar a sessão será investida, na qualidade de membro do Conselho Geral, a Professora Maria Clara Oliveira

terça-feira, 16 de Setembro de 2014

domingo, 14 de Setembro de 2014

quinta-feira, 11 de Setembro de 2014

"Universidade de Évora adota formatos abertos"

«A Universidade de Évora, numa decisão pioneira entre as universidades portuguesas, passa a adotar a partir de Setembro o conjunto de normas abertas definidas por lei em toda a documentação oficial da Universidade, nomeadamente em todos os documentos editáveis e não editáveis enviados por órgãos da instituição.
Com a publicação do Dec. Lei nº 36/2011 e a resolução do Conselho de Ministros 91/2012 foi estabelecida em Portugal a necessidade de adoção de normas abertas para a informação em suporte digital na Administração Pública.
Deve-se salientar que a adoção de normas abertas é um passo crucial para promover a interoperabilidade dos sistemas informáticos, bem como a liberdade tecnológica dos cidadãos e organizações.
A adoção de normas abertas evita que os utilizadores e instituições fiquem reféns de soluções informáticas baseadas em formatos proprietários, permitindo maximizar a liberdade de escolha das ferramentas informáticas e decidir em função dos critérios de qualidade, funcionalidade e custo, definidos pelas próprias instituições.
A adoção de formatos abertos na Universidade de Évora implica o uso em documentos oficiais dos formatos ODT (Open Document Format), ODS (Open Document Spreadsheet), ODP (Open Document Presentation) e PDF (Portable Document Format).» 
(reprodução de notícia http://www.ueline.uevora.pt/Canais/academia/(item)/14255 , publicada em 10.09.2014)

[cortesia de Nuno Soares da Silva]