Bolsas de estudo
(título de mensagem, datada de 2015-11-08, disponível em Empreender)
domingo, 8 de novembro de 2015
sábado, 7 de novembro de 2015
"ISQ participa no projeto de investigação europeu ASHLEY"
«O ISQ acolheu nos dias 3, 4 e 5 de novembro de 2015 nas suas instalações no TAGUSPARK, a segunda reunião anual do projeto ASHLEY (Avionics Systems Hosted on a distributed modular electronics Large scale dEmonstrator for multiple tYpes of aircraft) com cerca de 60 participantes onde se incluem representantes da Comissão Europeia.
O projeto trata-se de investigação europeu de grande dimensão e importância para o mercado aeronáutico, sendo financiado pelo Programa Quadro Europeu de Financiamento FP7, num orçamento que ronda os 39,8 milhões de euros e liderado pela Thales Avionics. O consórcio do projeto é constituído por 36 parceiros internacionais de 13 países diferentes, onde se destacam os principais players da aeronáutica nomeadamente a Airbus, Dassault e a Saab. A participação portuguesa conta ainda com a empresa GMV.
O projeto ASHLEY visa a consolidação do conceito de arquitectura IMA2G (Integrated Modular Avionics) através da integração dos resultados de um projeto anterior – SCARLETT (SCAlable & ReconfigurabLe elEtronics PlaTforms and Tools) e de vários outros projetos nacionais associados à temática. As inovações serão suportadas por processos, métodos e ferramentas desenvolvidas de modo a permitir uma implementação eficaz nos sistemas de aviónica nos futuros programas para as aeronaves numa abordagem IMA2G (Segunda Geração IMA – Integrated Modular Avionics). Embora o IMA1G esteja já a bordo de aeronaves como o A380, pretende-se que a plataforma IMA2G possa cobrir a maioria dos sistemas aviónicos e aeronaves. O ASHLEY será um recurso valioso na percussão e implementação do IMA2G para as aeronaves do futuro. Esta nova arquitetura e conceitos associados irão permitir a redução de unidades de processamento a bordo das aeronaves, integração de funções com uma maior eficiência e flexibilidade na manutenção dos sistemas de aviónica e redução de custos de operação e de manutenção.
O ISQ organizou ainda no âmbito das atividades do projeto, no dia 5 de novembro uma sessão de partilha de conhecimento técnico-científico, designada de “Academic Workshop” entre os parceiros do ASHLEY da academia e universidades portuguesas, com histórico na área da aviónica (Faculdade de Lisboa, Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa e do Porto). Foram apresentados, pelos parceiros académicos do consórcio e pelas universidades portuguesas, tópicos de elevado interesse para o projeto, permitindo uma mais-valia na troca de informação e conhecimento da temática do IMA2G. A audiência contou, entre outras referências, com alunos dos últimos anos da licenciatura de Engenharia Aeronáutica, promovendo a adesão futura de estudantes de engenharia a esta vertente da Aeronáutica.
Durante os três dias do encontro foi realizada uma sessão de divulgação de posters, visualização de vídeos técnicos e de um e-booklet dos produtos e ferramentas desenvolvidas no projeto, proporcionando aos parceiros e comunidade científica nacional a troca de experiências sobre o trabalho desenvolvido, bem como os resultados atingidos até ao momento.»
(reprodução de notícia BIT magazine, de 6 de Novembro de 2015)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Do quotidiano da UMinho: "DocUM: Como enviar cópia (CC ou outra) para o processo individual"
«[...]
Boa tarde colega Ângela,
Parabéns por ter descoberto a chave da boa navegação para entrar e sair da "barriga do monstro". Devia ser agraciada com uma comenda pela paciência que revelou. É que é preciso muito mais do que espírito científico para resolver quebra cabeças tão aberrantes como esse. E chamam a isso de "gestão de qualidade" e "agilização de procedimentos"...
Cordiais saudações e votos de bom fim de semana,
Carlos V Veiga»
(reprodução de mensagem, distribuída universalmente na rede da UMinho, que nos caiu entretanto na caixa de correio eletrónico)
"Edifício da Faculdade de Farmácia de Lisboa tem mercúrio e vai ser demolido"
«Pavilhão estava encerrado há um mês por motivos de segurança. Instituição tenta encontrar soluções para relocalizar laboratórios fechados.
O edifício da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa que está encerrado há um mês por motivos de segurança não voltará a abrir e vai ser, em breve, demolido. A decisão foi tomada na sequência dos últimos testes feitos no local, que detectaram a presença de mercúrio, não só no piso da cave, como em partículas suspensas no ar. Apesar dos resultados dos testes, a direcção da instituição garante que não há registo de problemas de saúde entre alunos, professores ou funcionários.
Há cerca de um mês que o edifício E, um dos mais recentes do conjunto histórico que compõe a faculdade lisboeta, está encerrado. Naquele espaço funcionavam, por exemplo o laboratório de Tecnologia Farmacêutica e aulas de disciplinas como Tecnologia Farmacêutica e Farmácia Galénica. No final de Setembro, a cave do edifício onde se guardavam reagentes químicos inactivos, solventes e outros produtos potencialmente tóxicos que são usados nas actividades da faculdade foi alvo de uma operação de limpeza. Nos dias seguintes, vários alunos, professores e investigadores apresentaram queixas de irritações na pele. Face ao perigo destes sintomas estarem associadas aintoxicações com produtos químicos, a direcção da faculdade fechou provisoriamente o pavilhão.
O encerramento vai, porém, tornar-se definitivo, em função dos testes feitos entretanto. Logo após a decisão de fechar o edifício E, foram recolhidas amostras no chão da cave que revelaram a presença de mercúrio. Uma unidade militar especializada foi posteriormente chamada ao local para fazer uma raspagem integral do piso e foi feita uma descontaminação. Os dois procedimentos não foram, no entanto, suficiente. Novos testes feitos na última semana na Faculdade de Farmácia detectaram também a presença de partículas de mercúrio no ar.
Face à persistência da situação, a direcção da faculdade decidiu que aquela infra-estrutura não voltara a abrir. “Era a decisão certa a tomar”, explica a directora, Matilde Fonseca e Castro. A faculdade também já comunicou à reitoria da Universidade de Lisboa a intenção de proceder à demolição do edifício em causa. “O seu estado já era tão degradado, que acabou por tornar-se inevitável”, acrescenta a mesma responsável.
Apesar dos sintomas apresentados por alguns alunos, professores e funcionários, a faculdade garante que não há registos de problemas de saúde graves motivados por este caso. Todos os utilizadores do edifício E foram avaliados por um médico de medicina do trabalho nas últimas semanas e não apresentam sintomas de intoxicação. O caso mais grave era o de uma aluna que apresentou tonturas e vómitos, que podem estar associadas a um quadro de neuro toxicidade, mas que depois de um período de tratamento mostrou melhorias e já não inspira cuidados.
Desde que o edifício E foi encerrado provisoriamente que as aulas foram transferidas para outros edifícios da faculdade de farmácia e têm estado, desde então, a decorrer “normalmente”, assegura a presidente da faculdade. A prioridade agora e retirar do edifício em causa dos equipamentos laboratoriais que ainda ali permanecem e um local para que possam ser retomadas as actividades de investigação que têm estado suspensas.»
(reprodução de notícia Público online, de 06/11/2015)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
"Portugal já não é só um país de sol e praia. As universidades estão cada vez mais na rota dos estrangeiros …"
«Da Austrália, ao Curdistão iraquiano, passando pela Líbia
Portugal já não é só um país de sol e praia. As universidades estão cada vez mais na rota dos estrangeiros que vêm não só para estudar como também para descobrir o mundo.
Assim que chegou, o “primeiro grande choque” foi ver que os portugueses não tinham a aparência que pensara. “No Médio Oriente julgamos que os europeus são todos loiros e de olhos azúis, mas quando cheguei apercebi-me que os portugueses até são parecidos aos iraquianos, morenos e de olhos castanhos”. As semelhanças físicas são tantas que toda a gente se dirige a si convicta de que é portuguesa.
Hawreen é a primeira mulher curdo-iraquiana a tirar um doutoramento em Portugal e a experiência tem sido muito boa. “´É o país mais pacífico que conheci até hoje”, confessa a estudante que veio já há dois anos para estudar Engenharia Civil, no Instituto Superior Técnico. No início, conta, “tinha muito cuidado na forma como falava e como agia”, porque sabia que poderia existir um estereótipo de que os iraquianos são agressivos. Com o tempo, começou a comportar-se naturalmente, adaptando-se facilmente às pessoas e à universidade. “E Sintra... Sintra tem um lugar especial no coração. Faz-me embrar o cheiro fresco das montanhas do meu país, no norte do Iraque”, suspira.
A história de vida de Hawreen confunde-se com a de muitos curdos, um povo que tem sido perseguido “desde sempre” naquele país. “A minha família sempre foi vítima de guerras: perdi o meu pai e três tios. Lutamos para sobreviver, para nos defendermos.
Mas não faço da minha história um caso especial, porque muitas outras famílias passaram e passam pelo mesmo. É o normal”, explica, acrescentando que as lutas travadas no seu país envolvem sempre interesses económicos - e a religião é apenas um embuste - de todo o lado, motivados pelo petrólero. “O Iraque é como uma mesa de onde todos comem”, lamenta a jovem. Hawreen conta ainda que o facto de estar a estudar longe de casa fê-la perceber o quão atrasado, a vários níveis, é o seu país. “Sinto isso na pele todos os dias”.
Agora, o principal problema do Iraque, resume, é que não se consegue “reprogramar o cérebro de alguém que viveu uma guerra”, nem tão pouco se conseguem “sarar feridas de quem perdeu tudo”. “Imagina alguém que perdeu a família, a casa e o emprego, e que é posta de parte pelo governo, depois dos EUA terem deixado tudo destruído. E depois há um grupo [ISIS] que te aceita e que te promete um futuro”. É assim que Hawreen olha para o crescimento do autoproclamado Estado Islâmico, a actual grande ameaça do povo curdistão. “Há muita revolta e espírito de vingança. E armas à disposição...”. Sobre a crise dos refugiados do Médio Oriente, Hawreen diz-nos que apesar de se ter intensificado agora, aqueles movimentos migratórios sempre existiram. “São pessoas que estão fartas dos regimes políticos onde vivem e que procuram uma vida melhor, e têm esse direito”, responde de forma assertiva.
A mágoa de Hawreen não a faz, porém, desistir do seu país. E, embora não saiba o que o “futuro lhe reserva”, quando terminar os estudos, pensa regressar e tornar-se professora universitária. “Há três anos estava longe de imaginar que iria estudar num país europeu. E agora aqui estou a conversar contigo”.
Do outro lado do mundo Ao contrário de Hawreen, Geordie já conhecia bem Portugal e os portugueses. Antes de se lançar no mestrado de Engenharia Naval, também no IST, jogou rugby por cá, durante dois anos. “Apercebi-me que não estava feliz com as perspectivas do primeiro curso que tirei, em Engenharia Mecânica. Percebi que tinha de me especializar nalguma coisa”, conta-nos, confessando que o “interesse por barcos e navegação” o fizeram querer ficar mais tempo em terras lusas.
Apesar de pagar uma propina anual de 7000 euros, sete vezes mais do que os estudantes europeus pagam, Geordie acaba por pagar um preço muito inferior ao que é praticado na Austrália. Adaptou-se “perfeitamente” ao mundo académico, embora reconheça que fora da universidade, em casa, as coisas não sejam assim tão simples para quem estuda noutro país: o apoio da família e dos amigos mais chegados é o que mais falta lhe faz. Mesmo assim, não tem qualquer dúvida de que a experiência tem contribuído, e muito, para o crescimento pessoal. “As vantagens superam largamente as desvantagens”. Espera terminar o curso dentro de dois anos e, depois disso, procurar por oportunidades de trabalho, não necessariamente em Portugal ou na Austrália, mas de certeza por esses mares fora. Nessa altura, um pastel de nata e uma bica como pequeno-almoço é uma coisa que vai sentir muita falta, prevê Geordie.
Uma noiva à espera Saad Howaiw é líbio e já tinha estudado em Lisboa durante o ano passado. A sua faculdade e o Instituto Superior Técnico tinham um intercâmbio, mas “infelizmente” esse acordo entre as universidades terminou e tiveram, ele e os seus colegas, de regressar para a Líbia. Este ano voltou por si só e por isso paga uma propina de sete mil euros anuais, tal como Geordie. Saad considera o custo de vida português barato, comparado com o do seu país. Mas nem tudo são rosas: “Ninguém imagina como é difícil estudar longe da família e amigos, e estar sempre preocupado com a segurança na Líbia”, desabafa o jovem.
Por outro lado, “vim para aqui para desenvolver o meu conhecimento e descobrir o mundo. Lisboa é o portão para o meu futuro”, sintetiza. Daqui a dois anos, quando terminar o mestrado em Engenharia Civil, vai regressar ao país e casar com a namorada, que está à sua espera e de quem tem, naturalmente, muitas saudades. Sobre os portugueses, encontra algumas diferenças, mas a que lhe salta mais à vista é a religiosa , ou não viesse Saad de um país islâmico.»
(reprodução de notícia jornal i online, de 4 de Novembro de 2015)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
terça-feira, 3 de novembro de 2015
"ÉS INVESTIGADOR? ARRANCAM HOJE AS CANDIDATURAS AO PROGRAMA COHITEC"
«O programa de formação da COTEC Portugal tem candidaturas abertas até 15 de janeiro e vai percorrer as universidades e centros de investigação nos próximos meses.
Arrancam hoje as candidaturas ao Programa COHiTEC. A iniciativa está aberta a investigadores do Ensino Superior, centros de investigação e de outras instituições de I&D, que criem uma ou mais tecnologias inovadoras para «dar resposta a uma necessidade de mercado».
O Programa COHiTEC tem uma duração de quatro meses. Entre 1 de março e 12 de julho do próximo ano, os investigadores vão criar um «conceito de produto para a tecnologia» apresentada e desenvolver um projeto de negócio para esse mesmo conceito.
Em termos práticos, o programa inclui formação em comercialização de tecnologias, apoio e acompanhamento disponibilizado por mentores e estudantes de gestão, e ainda reuniões mensais com docentes da North Carolina State University, da Brown University ou da Rutgers University.
O Programa COHiTEC decorre, em simultâneo, no Porto e em Lisboa. Na capital, a iniciativa tem lugar, às quintas-feiras, na Nova School of Business and Economics e, no Porto, as sessões do programa de formação acontecem às terças-feiras, na Porto Business School.
Depois de criar o plano de negócios, as equipas participantes vão ter de apresentar publicamente os projetos. Os interessados devem submeter a candidatura até 15 de janeiro. Os resultados são conhecidos a 16 de fevereiro.
Promovido pela COTEC Portugal - Associação Empresarial para a Inovação, e com o apoio da Caixa Geral de Depósitos, o Programa COHiTEC está no terreno há 12 anos e, no total de edições, apoiou mais de 450 investigadores.
Dos 151 projetos de negócio desenvolvidos através da iniciativa, 26 transformaram-se em startups e conseguiram atrair um investimento de mais de 35 milhões de euros.
A iniciativa vai percorrer universidades e centros de investigação de todo o país. O calendário do roadshow ainda não está fechado, estando, para já, agendadas as seguintes datas:
17 novembro - Universidade de Lisboa
18 novembro - Universidade de Aveiro
2 dezembro - INOV-INESC »
(reprodução de notícia CANALSUPERIOR, de 2015/11/03)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
"Na sua maioria, as sociedades ocidentais que abriram as suas Universidades aos estudantes internacionais têm tido um resultado francamente positivo"
Artigo de opinião jornal Público
A Internacionalização das Universidades Portuguesas:
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/547963-a-internacionalizacao-das-universidades-portuguesas
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
A Internacionalização das Universidades Portuguesas:
http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/547963-a-internacionalizacao-das-universidades-portuguesas
(cortesia de Nuno Soares da Silva)
"Este estudo reuniu 33 investigadores de 12 países"
Notícia Excelência Portugal
Cientistas portugueses participam em estudo internacional para estimar o contributo anual das florestas na mitigação do efeito de estufa:
http://excelenciapt.com/site/?p=4390
Cientistas portugueses participam em estudo internacional para estimar o contributo anual das florestas na mitigação do efeito de estufa:
http://excelenciapt.com/site/?p=4390
domingo, 1 de novembro de 2015
"Erasmus arrancou com 25 portugueses. Já vai em quase sete mil"
«Portugal está integrado no Erasmus desde que a Comissão Europeia lançou o programa em 1987
O número de estudantes portugueses integrados no programa europeu Erasmus passou de 25, no ano da sua criação, em 1987, para 6956, em 2014, e só não aumentou na edição de 2012-2013. No total, Portugal já enviou 81 560 estudantes lusos até à edição de 2014-2015, segundo dados fornecidos à Lusa pela Agência Nacional Erasmus+, que estimou os apoios médios atribuídos num valor situados entre os 200 e os 300 euros.
Os jovens portugueses sentem-se cada vez mais atraídos para a participação em programas de aprendizagem no estrangeiro, movidos não só pela perspectiva de enriquecimento educativo, mas sobretudo pelo contacto com diferentes meios culturais.
"Acho que a minha maior motivação foi a vontade que tinha de quase obrigar-me a conhecer outras culturas e costumes, para poder ampliar a minha visão do mundo e da sociedade", afirmou Fayrah Oliveira, em declarações à agência Lusa. Fayrah fez o Erasmus na Polónia. Para ela, as empresas, além dos requisitos óbvios, "procuram cada vez mais profissionais multifacetados e desenrascados e, por isso, as vivências contam muito na hora de ser, ou não, contratado". As perspectivas para o futuro profissional são, também, um factor decisivo quando se opta por esta experiência, sustentou. "Ter uma boa carreira profissional sempre foi um objectivo. Posto isso, talvez 50% da minha decisão de ir tenha sido por saber que a experiência de Erasmus me iria favorecer a nível profissional", afirmou Fayrah.
Mariana Bidarra, que fez o Erasmus em Itália, concordou que esta experiência é importante para o futuro profissional. "Não me abriu portas no sentido de ter conseguido emprego graças ao programa Erasmus, mas abriu-me ainda mais as portas no sentido de ver o mundo como um agente global e em constante movimento, e eu querer fazer parte dessa mesma globalização", afirmou Mariana, que já terminou o curso de Estudos Europeus e vai, dentro de pouco tempo, para o estrangeiro dar inicio à sua actividade.
De acordo com dados do programa de mobilidade no ensino superior Erasmus, divulgados em Bruxelas, relativamente ao ano 2012-2013, a bolsa média, a nível europeu, foi de 272 euros/mês, o que representa um aumento de 9% em relação ao ano anterior (250 euroz). Em Portugal, dependendo do custo de vida no país de destino, o valor da bolsa atribuída varia entre os 200 e os 300 euros/mês, de acordo com dados da Agência Nacional Erasmus+.
Mariana recebeu, durante os cinco meses, um total de 1200 euros, o que, segundo a própria, não foi totalmente mau porque, com esse dinheiro, conseguiu pagar o alojamento, mas dado que a Itália pertence ao grupo de países com um custo de vida elevado, considerou que "deveria ter recebido mais". A gestão do dinheiro é apontada como uma das grandes dificuldades desta experiência, como, também, todas as burocracias, a barreira linguística e o facto de se estar sozinho num país desconhecido.
Polónia e Itália, os países escolhidos pelas duas jovens, fazem parte, juntamente com Espanha, França e Republica Checa, dos principais países de destino dos portugueses que fazem o Erasmus, segundo a Agência Nacional Erasmus+. Vera Silva também entrou no Erasmus e optou por ir para Espanha - pela "proximidade e o idioma" - o país de destino mais escolhido entre os cinco.»
(reprodução de notícia PÚBLICO online, de 01/11/2015)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
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