quinta-feira, 8 de setembro de 2011

"Situação que foi considerada ´confusa` pelo Tribunal de Contas"


(título de mensagem, datada de Quinta-feira, 8 de Setembro de 2011, disponível em Economia portuguesa)

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga: notícias, depois de algum tempo sem novidades

Data: Entrada: 02-09-2011; Distribuição: 02-09-2011
Processo: 1386/11.7BEBRG
Espécie: Acção administrativa especial de pretensão conexa com actos administrativos
Autor: […]
Réu: UNIVERSIDADE DO MINHO
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

"O Campus da Universidade visto do Bom Jesus"

«Braga tem, através da varanda do restaurante do Hotel do Elevador no Bom Jesus, uma vista excelente sobre a cidade e os montes que a rodeiam e permite até, em dias especiais, ver uma nesga do mar ( para ver melhor ainda, o canudo faz falta…).
Um dia destes tive a possibilidade de fruir essa vista. Não me demorei muito na cidade, que é, aliás, numa primeira impressão, uma massa compacta de construções umas sobre as outras, com a agradável excepção do Monte do Picoto, mas dediquei antes particular atenção ao campus da Universidade do Minho, o denominado campus de Gualtar para o distinguir do campus de Azurém do pólo de Guimarães.
O Campus de Gualtar, que também faz parte da cidade (não se esqueça…), merece um olhar atento a partir do Bom Jesus. Ele impressiona pela positiva, mas também pela negativa.
Pelo lado positivo, ele mostra-nos pela sua dimensão e pelo número dos seus edifícios uma das maiores universidades portuguesas. Sobre os aspectos negativos, falaremos de seguida.
Antes de mais, deveremos dizer que o campus vai, ainda que possa parecer estranho, para além dos seus limites. A norte, entra pelos olhos o imponente edifício do novo hospital (O Hospital da Universidade como deve ser chamado). Não se pode dizer que seja bonito nem que esteja bem situado. Está no alto de um monte encostado ao campus, mas fora dele. Parece aliás, visto de longe, que não tem acessos. Magoa, por outro lado, ver construções junto do edifício, do lado nordeste, que claramente não deviam ali estar. A sul, no outro extremo e também fora do campus, chama atenção o espaço (ainda parcialmente verde) da Quinta dos Peões. A quinta que deveria ser da Universidade e que por razões tristes, que não cabe aqui descrever, foi parar de mão pública à mão de particulares. Quer o Hospital quer a Quinta dos Peões fazem naturalmente parte do campus e isso deve sempre ser tido na devida conta.
Entremos agora no campus, começando pela parte superior. A noroeste, um pouco mais abaixo do hospital, está a bonita Escola de Ciências da Saúde com aquela extensa linha recta branca, tão simples como bem conseguida, delimitando a parte mais elevada do edifício. Enriquece ainda a escola (e o campus) o pinhal que a bordeja e que dali desce até à Escola de Direito, no extremo poente do Campus. A parte poente, porém, está longe de merecer aplauso. É um conjunto pouco harmonioso de escolas, uma das quais voltada ao contrário. Vale, pelo menos, o alinhamento norte-sul e cércea dos edifícios.
Logo em frente desta fila de escolas, voltada para nascente, está outra zona verde - o denominado Parque Central - parte nobre a merecer o maior cuidado pois ali tudo de bom e de mau se pode fazer. Depende de um plano de detalhe que não existe ainda ou, pelo menos, não está devidamente actualizado e aprovado.
Mais para nascente ainda, numa larga faixa que faz face com a velha EN que conduz a Chaves e sobe até à via de circulação interna que atravessa o campus de nascente para poente, está um grande conglomerado de edifícios. Ali atropelam-se três complexos pedagógicos, a biblioteca geral e várias escolas que não se distinguem devidamente umas das outras. É o campus da 1ª fase, que foi crescendo ao longo dos anos (não é por acaso que os complexos pedagógicos são todos diferentes e não estão todos juntos). Fazendo parte deste conjunto mas um pouco mais para nordeste está o Pavilhão Desportivo que não se pode dizer bonito mas está bem delimitado e visível .
Merece ainda particular referência uma extensa zona verde, na parte superior do campus, notando-se no meio dela um pequeno campo de futebol. Ela estende-se de nascente para poente e sobe de sul para norte, tendo já implantados, na parte inferior, duas importantes construções: o edifício dos Serviços Técnicos da UM e o da Cantina com o bem conhecido Restaurante Panorâmico. É um espaço que valoriza o campus e precisa de muito cuidado.
E quanto à Quinta dos Peões? O que vai surgir ali? A Universidade e o Município devem cooperar para encontrar a melhor solução.
Tudo isto que até agora dissemos remete para actividade de planeamento urbanístico de que nem a Cidade nem a Universidade são bom exemplo. A jovem Escola de Arquitectura da UM pode ter aqui um papel relevante. E a opinião pública, quer da academia quer do município, devem ter a oportunidade de participar nas soluções. Têm esse direito. O município de Braga e a Universidade do Minho serão julgados positiva ou negativamente pelas gerações futuras pelo que se fizer no campus e à volta dele.

António Cândido de Oliveira
Professor da Escola de Direito e membro do Conselho Geral da UM»

(reprodução integral de artigo de opinião publicado na edição de hoje do Diário do Minho)

domingo, 4 de setembro de 2011

Cortes orçamentais: "Sejamos corajosos e arrume-se a casa"


(título de mensagem, datada de Domingo, 4 de Setembro de 2011, disponível em Prálem d`Azurém)

"Cortes vão levar a despedimentos e fecho de cursos no ensino superior"

«Os cortes previstos no âmbito da contenção orçamental vão levar à diminuição imediata nas despesas de funcionamento, ao despedimento de professores, ao fecho de cursos no ensino superior, avisam as universidades e politécnicos. A médio prazo, levarão à quebra de receitas próprias e, a longo prazo, à diminuição da qualidade do ensino.
O corte previsto de 8,5 por cento no orçamento destinado às universidades e aos politécnicos e a constituição de uma reserva para "cobertura de riscos" de 2,5 por cento, na qual as instituições não podem mexer, perfazem, ao todo, 11 por cento de quebra nos orçamentos das instituições em 2012. No total são menos 95 milhões de euros no orçamento destinado ao ensino superior. As universidades terão menos 66 milhões e os politécnicos menos 29 milhões.»

(reprodução de notícia Público online, datada de ontem)
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[cortesia de Nuno Soares da Silva]

sábado, 3 de setembro de 2011

"A prioridade deste Governo nos cortes não é como se julgava na gordura do Estado"

Os cortes no Ensino Superior

(título de mensagem, datada de Sábado, 3 de Setembro de 2011, disponível em Prálem d`Azurém)

Notícias da EEG: "Anúncio de Candidatura a Presidente da EEG"

«Caros Colegas:

Na sequência da cessação de funções do Professor Oliveira Rocha, e realizando-se, num período relativamente curto, a eleição do próximo Presidente da Escola de Economia e Gestão (EEG), venho comunicar-vos a decisão em me candidatar a este cargo.

Vivemos, no Ensino Superior, em geral, e na EEG, em particular, num período de incertezas e desafios, de natureza e tipologia muito diversas. A forma como esta Escola irá responder a estes desafios, determinará, em grande medida, o seu futuro, pelo menos, na próxima década.

No sentido de enfrentar estes enormes desafios, acompanham-me os colegas Artur Rodrigues, Fernando Alexandre e Miguel Portela, os quais têm vindo a dar provas da sua dedicação à EEG.

O primeiro e, acreditamos, o mais importante dos vários desafios, será o de elaborar um plano estratégico, com a colaboração de todos (docentes, funcionários não docentes e alunos), que possibilite à EEG ter um referencial no sentido de reforçar a sua posição, no contexto nacional e internacional, muito em particular tendo por base o que consideramos serem os vectores fundamentais: ensino, investigação e prestação de serviços.

Oportunamente, apresentarei as principais linhas orientadoras em que assentará o programa desta candidatura.

Com as minhas melhores Saudações Académicas

Escola de Economia e Gestão (UMinho), 01 de Setembro de 2011

Manuel José da Rocha Armada
(Professor Catedrático)»

[reprodução integral de mensagem, distribuída universalmente na rede da EEG, que nos caiu na caixa de correio electrónico na data identificada, proveniente do respectivo signatário]

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O corte orçamental que se anuncia: esboço de um debate

{A imprensa de hoje (ontem) dava destaque ao corte orçamental para o ensino superior, que é de 66 milhões de euros para as universidades (8,5%) […]. A Universidade do Minho será afectada porque a redução de 8,5% significa para a UM "corte na dotação do Estado de 6 milhões". Isso obriga [...] a "reduções de pessoal docente que estão a ser estudadas"}.
No que se refere ao CRUP, o colega F.C. já disse tudo: não será expectável que o CRUP faça o que quer que seja . Os cortes serão cegos ou quase cegos.
Sobre a incapacidade do governo de usar o financiamento para transmitir orientações de estratégia, também nada há a acrescentar. É meu convencimento que não o sabem fazer (como se tem visto) e não o quererão fazer, porque o dossiê queima as mãos.
Tanto quanto posso avaliar tomando as indicações que me chegaram, também não será de esperar que António Cunha, o reitor da UMinho, faça diferente. Este, propõe-se solicitar a cada Escola que corte o seu orçamento afecto à contratação de docentes convidados em 30 a 50%. Espera com isso cobrir a maior parte dos cerca de 6 milhões de Euros a menos com que a UMinho contará em 2012. Foi essa a mensagem que chegou às Escolas no início da presente semana.
É uma resposta que denuncia a falta de estratégia com que se confronta a UMinho nos dias que correm, mas que, por isso, é a que é/era de esperar. Que há ainda dinheiro mal gasto na UMinho, isso é certo. Porventura, o discurso de sermos uma "research university" é a melhor indicação que temos dessa realidade, e a melhor forma de escamotear as questões de fundo que subsistem.

J. Cadima Ribeiro

"O Corte Orçamental para 2012, a UM e o CRUP"


(título de mensagem, datada de Quinta-feira, 1 de Setembro de 2011, disponível em O melhor para a universidade)