Artigo Times Higher Education
UCU report: ‘academics work two days a week unpaid’:
https://www.timeshighereducation.com/news/ucu-report-academics-work-two-days-week-unpaid
terça-feira, 21 de junho de 2016
segunda-feira, 20 de junho de 2016
Destaques: um comentário de ontem
«José António Macedo deixou um novo comentário na sua mensagem "Universidades estão contra doutoramentos em polit...":
Boa tarde. Não sei se haverá assim um número crescente e elevado de doutorados a dar aulas nos Politécnicos. No meu caso, terminei o doutoramento em Biodiversidade em 2015 e ainda me encontro desempregado, por isso gostaria de saber como conseguir um emprego desses num Politécnico. cumprimentos.»
domingo, 19 de junho de 2016
"Universidades e politécnicos serão avaliados por agência de acreditação"
«As
universidades e os institutos politécnicos vão ser avaliados, em 2017, pela
Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (A3ES), informou hoje o
seu presidente, assinalando que as avaliações serão feitas "como um
todo", e não curso a curso.
O presidente da A3ES, Alberto Amaral, falava aos
jornalistas, em Lisboa, no final da conferência 'Refletir sobre o passado e o
futuro da avaliação e acreditação do ensino superior em Portugal', com a
participação do ministro e da secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e do
Ensino Superior.
O ex-reitor da Universidade do Porto explicou,
introduzindo a medida como "uma novidade", que a A3ES, em vez
"avaliar curso a curso", num total de mais de 5.000, irá avaliar o
funcionamento de 150 universidades e institutos politécnicos existentes em
Portugal, públicos e privados, "como um todo", tendo em conta,
nomeadamente, as acreditações dos cursos emitidas.
A
avaliação institucional antecede o segundo ciclo de acreditação e avaliação de
cursos pela A3ES, que se inicia em 2018, com uma duração de cinco anos. O
primeiro, que começou em 2009, termina em 2016.
Alberto Amaral adiantou que, para
as universidades e os institutos politécnicos com "um bom passado de
qualidade", a avaliação dos cursos em funcionamento será feita, a partir
de 2018, com base numa amostra.
Em contrapartida, para as
instituições "mais frágeis", serão "avaliados todos os
cursos".
Trata-se,
de acordo com o presidente da A3ES, de premiar as melhores instituições de
ensino superior com um "sistema de avaliação de cursos mais simplificado e
flexível".
Uma outra alteração no processo de
avaliação de cursos, mas ainda "em discussão", sublinhou, será fazer
uma maior distinção entre o ensino universitário (formação mais científica) e
politécnico (formação técnica especializada), o que implicará que as
"avaliações terão de ser diferentes".
O dirigente da A3ES concorda, no
entanto, que os institutos politécnicos possam atribuir doutoramentos, de
caráter profissional, em ligação com as empresas, "desde que tenham
capacidade para o fazer" e haja "uma avaliação exigente".
A ideia, sobre a qual o Conselho de
Reitores das Universidades Portuguesas revelou reservas, alegando a
especificidade das instituições, tem sido defendida pelo Conselho Coordenador
dos Institutos Superiores Politécnicos.
Atualmente, os doutoramentos constam
exclusivamente do ciclo de estudos das universidades.»
(reprodução de notícia NOTÍCIAS AO MINUTO online, de 17 de junho de 2016)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
sábado, 18 de junho de 2016
"Em 1300 cursos, 37 dão emprego a todos os licenciados"
«Medicina e engenharia informática estão entre os
cursos que dão mais garantias para recém-licenciados
Os alunos
que daqui a um mês vão candidatar-se ao ensino superior sabem desde já que há
apenas 37 cursos que não têm nenhum finalista desempregado. Da lista de 1380
formações disponíveis nas universidades e politécnicos há, no entanto, 50 que
têm uma taxa de desemprego superior a 20%. No entanto, apesar de este ser um
dos dados mais procurados pelos jovens na hora de escolher um curso, reitores e
presidentes de politécnicos lembram que é preciso olhar para os números com
cautela.
Entre os
cursos que dão melhores garantias de lugar no mercado de trabalho estão, sem
surpresa, Medicina, Matemática, Enfermagem e Engenharia Informática. Surgem,
porém, no topo desta lista licenciaturas em áreas como Psicologia em Aveiro ou
Línguas, Literaturas e Cultura no Algarve tradicionalmente associadas a maior
desemprego. Este facto pode justificar-se por serem licenciaturas recentes com
poucos diplomados (o do Algarve só tem 38), pela qualidade da formação ou
simplesmente porque não há inscritos no centro de emprego.
Arquitetura e artes
No
extremo oposto, com 20% ou mais de taxa de desemprego estão alguns cursos de
Arquitetura, Serviço Social e outros da área de Artes Plásticas e
Performativas. Ao todo, 52 cursos indicam ter taxa de desemprego de 20% ou
mais. Há quase 200 para os quais não foram apresentados estes dados.
Esta
percentagem apresentada pelo Portal é o rácio entre o número de diplomados do
curso que se encontravam registados como desempregados no IEFP no final do ano
passado e o número total de diplomados do curso no mesmo período (2010/11 e
2013/14). Ou seja, não contabiliza os ex-alunos desempregados que não se
inscreveram nos centros de emprego.
Daí que
os próprios reitores e presidentes de politécnicos aconselhem cautela quando se
olha para estes dados. Um alerta feito pelos próprios estudantes.
Admitindo
que não podem fugir destes dados, António Cunha, presidente do Conselho de
Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP), lembra que "as
universidades também têm de fazer ofertas em que acreditam que são de futuro.
Além disso, em alguns casos os dados de empregabilidade hoje são para cursos
que só estão concluídos daqui a três ou cinco anos".
É a
elevada probabilidade de falhar quando se escolhe um curso hoje sem saber como
o mercado vai estar daqui a uns anos que Joaquim Mourato, presidente do
Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), também
sublinha. "Os candidatos devem olhar para esta informação, mas ela não
podem assentar uma decisão final neste indicador, porque ele é falível."
Do lado
dos alunos, Daniel Freitas, da Federação Académica do Porto, acredita que
"esta ferramenta toma uma posição importante, não pode condicionar a
escolha do jovem". Embora ajude a "dar consciência do que pode
esperar ao final do curso".
De acordo
com as regras em vigor para a abertura de vagas nos cursos, as instituições de
ensino superior públicas estão impedidas de aumentar o número de vagas em
cursos cuja taxa de desemprego dos seus diplomados ultrapasse a média nacional
(que no final de 2015 se situava nos 12,2%). Não podem também ultrapassar a
taxa média de desemprego registada pela própria universidade ou politécnico. Os
cursos com menos de dez alunos colocados nos últimos dois anos voltaram também
a estar impedidos de abrir vagas.»
(reprodução de notícia DIÁRIO de NOTÍCIAS online, de 18 de junho de 2016)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
sexta-feira, 17 de junho de 2016
"Nível de abandono escolar maior no privado do que no público"
«Portal
Inforcursos dá informações sobre os cursos em Portugal.
A percentagem de caloiros que desistiu de
estudar um ano após ter entrado para uma licenciatura aumentou nas instituições
privadas e diminuiu no ensino público, segundo o Portal Inforcursos, que dá
informações sobre os cursos em Portugal.
Os estudantes do secundário que se vão
candidatar ao ensino superior podem comparar alguns dados sobre os cursos onde
gostariam de estudar, bastando para isso aceder ao sítio na internet
http://infocursos.mec.pt/. Ali encontra-se informação tão variada como quantos
caloiros abandonaram o sistema de ensino superior nacional um ano após
iniciarem determinado curso ou quantos recém-diplomados ficaram no desemprego.
Comparando os caloiros que entraram para uma licenciatura no ano letivo de
2012/2013 com os que se inscreveram no ano seguinte percebe-se que existem mais
casos de abandono entre no privado e que a situação se agravou no último ano.
Em 2014, um em cada dez estudantes de uma licenciatura do ensino público tinha
desistido do ensino superior, contra 12,6% do privado, segundo dados do portal
Infocursos. No ano seguinte, o panorama tinha melhorado no ensino público,
baixando para 9,8%, mas tinha-se agravado no privado, subindo para 13,5%,
segundo o portal gerido pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e
Ciência (DGEEC).
Nos mestrados, a tendência registada é semelhante: No ensino
público há menos abandono e este diminuiu de 2014 para 2015, passando de 5%
para 2,3%, e no privado a taxa é superior e aumentou de 7,5% para 12,4%.
No
portal é possível analisar, curso a curso, os casos de abandono, assim como
também se pode ver a percentagem de recém-diplomados que acabaram por se
inscrever no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) como
desempregados. A nível nacional, a plataforma eletrónica mostra uma diminuição
de desempregados, quando comparada a situação dos diplomados entre os anos
letivos de 2009/2010 e 2012/2013 que se encontravam desempregados em dezembro
de 2014 e os diplomados entre 2010/2011 e 2013/2014 que se encontravam
desempregados em dezembro de 2015. Assim, a percentagem de recém-diplomados de
cursos de ensino superior público passaram de 8,6% para 8,1%, enquanto no
ensino privado tiveram uma redução mais acentuada mas continuaram acima do
ensino público, tendo descido de 12,7% para 8,8%.
Estes dados sobre o
desemprego também estão disponíveis curso a curso, assim como a forma como os
estudantes ingressaram nos cursos (através de concurso local ou institucional,
mudança ou transferência de curso ou através das provas para maiores de 23
anos, por exemplo). A idade média dos alunos que frequentam os cursos, se há
mais raparigas ou rapazes inscritos, a média das notas de ingresso dos alunos,
quantos estrangeiros existem no curso ou as classificações finais dos
diplomados são outras das informações disponibilizadas.
A plataforma online,
que foi hoje atualizada, "permite aos candidatos ao ensino superior terem
acesso a informação relevante para escolherem melhor a formação superior depois
de terminado o ensino secundário", sublinha o Ministério da Ciência,
Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) em comunicado. O Infocursos, acrescenta o
MCTES, é uma ferramenta útil para o processo de candidatura ao ensino superior
na medida em que disponibiliza informação detalhada sobre cada curso de
formação inicial - licenciaturas e mestrados integrados.
O Portal
Inforcursos foi lançado há dois anos pelo anterior ministro da Educação, Nuno
Crato.
(reprodução de notícia CORREIO DA MANHÃ online, de 17.06.2016
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
"Universidades estão contra doutoramentos em politécnicos"
«Reitores mostram surpresa com a possibilidade e falam em sobreposição e atomização do sistema de ensino superior.
Os reitores das universidades públicas não querem que os politécnicos passem a atribuir doutoramentos. A medida está a ser estudada pelo Governo e corresponde a uma ambição antiga dos institutos superiores. Em comunicado, os responsáveis universitários defendem que essa solução vai criar uma maior confusão entre as missões dos dois subsectores que será prejudicial para o ensino superior.
No documento, divulgado nesta quinta-feira e que resulta da reunião do plenário do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) que aconteceu dois dias antes, os reitores manifestam “alguma surpresa” com a possibilidade de os institutos politécnicos poderem passar a atribuir doutoramentos. Ainda que considerem que o país necessita de aumentar a sua capacidade de formação, os líderes das universidades defendem que esse objectivo deve ser enquadrado “na missão, perfil de especialização e consolidação” de cada um dos subsistemas.
Para as universidades, o sistema politécnico deve ter “um papel central no reforço da qualificação da população portuguesa”, mas que deverá centrar-se nas licenciaturas e mestrados, bem como nos cursos técnicos superiores profissionais. A possibilidade de passarem a atribuir doutoramentos criaria uma situação de “sobreposição e atomização”, passando a imagem do ensino politécnico “como um sistema em transição”, aponta ainda o CRUP.
Na semana passada, o PÚBLICO noticiou que o Governo está a estudar esta possibilidade e tem-na discutido com os responsáveis das instituições de ensino superior. A opção é vista pelo ministro Manuel Heitor como uma forma de aumentar a ligação entre a investigação no ensino superior e o tecido económico, aproveitando o número crescente de doutorados que dão aulas nos politécnicos.
O que está em cima da mesa não é a atribuição de doutoramentos académicos, o modelo clássico, que se mantém como um exclusivo do sector universitário, como tem acontecido até agora. O entendimento do Governo é o de que os politécnicos correspondem à fileira profissional dentro do ensino superior e, portanto, devem poder ter cursos de doutoramento com uma componente profissional ou tecnológica. Desta forma seria possível um alargamento dos programas doutorais feitos em parceria com empresas, que têm um peso pouco significativo no sistema de ensino superior português.
Caso os politécnicos queiram atribuir doutoramentos, terão que aprovar os seus cursos. A acreditação vai continuar a ser feita pela Agência de Acreditação e Avaliação do Ensino Superior (A3ES), como acontece com os doutoramentos nas universidades e com licenciaturas e mestrados, mantendo-se as mesmas obrigações legais.»
(reprodução de notícia PÚBLICO online, de 16/06/2016)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
quinta-feira, 16 de junho de 2016
"Doutoramentos e doutoramentos: rigor nos conceitos e na equidade é preciso"
«No passado dia 8 de
junho de 2016, o jornal o público publicou, em primeira página, “Governo admite
abrir doutoramentos nos institutos politécnicos”.
Este
é, efetivamente, desde há muito anos, um desejo e uma luta de muitos Institutos
Politécnicos: conhecer os critérios objetivos para o fazer de igual modo com as
universidades, sem ser discriminado pelo nome e estatuto, como tem sido até
aqui.
Mas
“o essencial é invisível aos olhos” e temos de procurar ler para além da casca
da árvore. Entretanto, perante a reivindicação de alguns Politécnicos em se
quererem transformar em Universidades, o Sr. Ministro da Ciência, Tecnologia e
Ensino Superior (MCTES), Professor Manuel Heitor, “virou” político e está a
oferecer alguns rebuçados aos Politécnicos que designa de “maiores”. “O
Público” acrescenta, na manchete, que “os cursos terão natureza profissional”.
Portanto, não parecem ser doutoramentos iguais aos das universidades. O
adjetivo desclassifica. Tirando os EUA onde esta designação trouxe vários
problemas, no mundo inteiro, um doutoramento é um doutoramento (PhD). Tenha muito
ou pouco trabalho empírico (que raio é isso dum doutoramento profissional?),
mais ou menos descoberta teórico-prática, o grau deve ser reconhecido em todo o
mundo e não, apenas, nas empresas portuguesas.
Para
alguns mais distraídos, esta notícia pode indiciar um bom primeiro passo. Para
nós, trata-se de um rebuçado; um presente envenenado: doutoramentos
profissionais? E os outros não o são? O doutoramento em medicina [aqueles que o
têm, porque nem todos são doutores ao contrário do que pensa o senso comum] não
é profissional, também? Então por que se pode obter, apenas, nas universidades?
“Com
papas e bolos se enganam os tolos”. Esta resposta do MCTES reforça a
desigualdade entre os dois subsistemas de ensino superior e surge para entreter
a malta e como resposta aos factos evidentes: há politécnicos com mais
condições científicas que algumas universidades. "Os doutoramentos dos
politécnicos serão diferente daqueles que, até agora, têm sido atribuídos em
exclusivo nas universidades, assumindo uma natureza profissional e maior ligação
às empresas", continua o Público. Ora a moeda ["científica"] tem
de ser única para não valer menos. E para ser reconhecida internacionalmente...
Segundo
o mesmo jornal, “o entendimento do Governo é o de que os politécnicos
correspondem à fileira profissional dentro do ensino superior e, portanto,
devem poder ter cursos de doutoramento com uma componente profissional ou
tecnológica. Desta forma seria possível um alargamento dos programas doutorais
feitos em parceria com empresas, que têm um peso pouco significativo no sistema
de ensino superior português." Trata-se, outrossim, de reforçar a discriminação
(negativa) entre os dois subsistemas. Falta de coragem, Sr. Ministro...? A quem
vai servir este doutoramento? Às empresas? Para ingressar na carreira do
Politécnico como docente?
"Ao
mesmo tempo que estuda a possibilidade de os politécnicos passarem a atribuir
doutoramentos, o ministro Manuel Heitor recusa, por completo, a possibilidade
de transformação de alguns politécnicos em universidades, uma solução que tem
vindo a ser reivindicada pelos três maiores institutos (Porto, Lisboa e
Coimbra)" (Público de 8 junho 2016). Ora aí está a continuidade, nesta
matéria, do que havia feito Nuno Crato. Pois é, o governo não sabe o que fazer
aos Politécnicos do Porto, Coimbra e Lisboa que se desvincularam do CCISP por
não se identificarem com médias de entrada no ensino superior diferentes das da
universidade. Pena que Leiria não se tenha desvinculado, também. Pena que o
Jornal o Púbico só fale da reivindicação de passagem a Universidade por parte
do IPPorto, IPCoimbra e IPLisboa. E Leiria? O IPLeiria já não quer?
"Porto,
Lisboa, Coimbra ou Leiria estarão, neste momento, em condições de cumprir as
obrigações para que um programa doutoral seja acreditado" (Público de 8
junho 2016). "Ou Leiria", senhor jornalista, senhor MCTES? Sobre os
outros há certezas e sobre Leiria não? Leiria surge após o "ou" que é
bem diferente da conjunção copulativa "e"... Tirem as vossas
conclusões.
Qualquer
doutoramento atribuído em Portugal, por um politécnico, será sempre
desvalorizado completamente (internamente) e discriminado e ignorado
internacionalmente. O título internacional é PhD. Doutoramento [ponto]. Qual
profissional qual empresarial qual académico... PhD!!!!! Doutoramento!
Por
favor, não desgastem nem estraguem as palavras, senhores governantes e
apoiantes desta perspetiva altamente discriminatória.
"É
MELHOR MERECER AS HONRAS SEM RECEBÊ-LAS DO QUE RECEBÊ-LAS SEM MERECÊ-LAS."
(Mark Twain)»
RICARDO VIEIRA,
PROFESSOR DECANO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA
(reprodução de artigo de opinião JORNAL DE LEIRIA, de 15 Junho 2016)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
"Segundo o Ministério Público, os quatro estudantes “deram causa a que a estrutura rodasse sobre a sua base e caísse para a frente, colhendo quatro outros alunos"
Notícia O Minho
Muro que matou três estudantes em Braga ruiu “em poucos segundos” – arguidos:
http://ominho.pt/muro-matou-tres-estudantes-braga-ruiu-segundos-arguidos/
Muro que matou três estudantes em Braga ruiu “em poucos segundos” – arguidos:
http://ominho.pt/muro-matou-tres-estudantes-braga-ruiu-segundos-arguidos/
quarta-feira, 15 de junho de 2016
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