(título de mensagem, datada de Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2012, disponível em O melhor para a universidade)
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Conselho Geral: um balanço de 4 anos
"Depois
de quase 4 anos de exercício de mandato como membro do Conselho Geral (CG),
tenho que confessar grande frustração por, nomeadamente:
- os membros eleitos na
lista da qual saiu o reitor, por norma,
não terem sido capazes de desligar-se do papel de subscritores de uma
candidatura e constituir-se em membros do Conselho de corpo inteiro, no quadro
das competências que são atribuídas ao órgão e aos seus membros pelos Estatutos
da Universidade do Minho."
J. Cadima Ribeiro
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
"Nota Informativa do Conselho Geral - Reunião de 3 de dezembro de 2012"
«Reuniu no dia 3 de dezembro, pelas
10h00, no Salão Nobre da Reitoria, Largo do Paço, o Conselho Geral da
Universidade do Minho. Constavam da Ordem de Trabalhos:
- Assuntos de iniciativa do Conselho Geral
- Assuntos de iniciativa do Reitor
Assuntos de iniciativa do Conselho Geral
O
Presidente do Conselho Geral informou as diligências que tinha efetuado
junto do Secretário de Estado do Ensino Superior, sobre o processo de
eventual alteração ao regime jurídico da UMinho, a quem manifestou a
apreensão do conselho pelo facto de uma decisão tomada já há um ano e
meio ainda não ter merecido a devida atenção por parte do Governo.
Prestou também informações genéricas, nomeadamente das ações levadas a
efeito pelo CRUP e os Presidentes dos Conselhos Gerais no âmbito da
discussão da proposta de Lei de Orçamento 2013, que poderão ter dado um
contributo útil para o recuo nas intenções redutoras anunciadas.
Em seguida, foi aprovada, por unanimidade, a Ata Nº 4/2012, referente à reunião do dia 1 de outubro.
Foi
apreciado, favoravelmente, o Memorando da Comissão Especializada de
Governação e de Assuntos Institucionais sobre o processo de eleição
para o Conselho Geral (CG), o qual se iniciará com a designação de uma
Comissão Eleitoral.
Foi aprovado, por maioria, com 17 votos favoráveis e 1 voto contra, o Regulamento Eleitoral para a eleição do CG.
Foi também aprovado, por unanimidade, o Calendário Eleitoral para a referida eleição.
O
Conselho Geral, reconhecendo a importância do envolvimento da
comunidade académica durante o processo eleitoral, irá recomendar à
Comissão Eleitoral que estimule e acompanhe o processo de participação
cívica, nomeadamente pelo uso dos meios de comunicação disponíveis na
universidade.
Assuntos de iniciativa do Reitor
Em
relação aos assuntos de iniciativa do Reitor, foram prestadas diversas
informações relevantes sobre a Universidade do Minho, nomeadamente o
Jornal on-line; o doutoramento Honoris Causa do Arquiteto Nuno Portas;
o Festival de Outono, que tem vindo a ganhar grande relevância na
região; a edição do número 2 da Revista FORUM 2011; o Congresso de
Engenharia de Língua Portuguesa; as visitas dos ministros da
Presidência e da Educação de Timor-Leste; a reunião da Comissão
Permanente do CRUP com o Presidente da República, onde foram abordados
assuntos relacionados com o enquadramento do ensino superior; a
auditoria ao Sistema Interno de Garantia da Qualidade da UMinho.
Deu
ainda conhecimento dos resultados finais das 1ª, 2ª e 3ª fases do
Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNA) 2012/13,
acompanhados das taxas de preenchimento nos vários regimes e o total de
alunos inscritos nos diversos cursos - total de 3.775 - com registo de
números muito positivos.
Destacou
igualmente o número de pedidos de bolsas de estudo, dos quais 6459 já
foram analisados e, desses, cerca de 77% foram aprovados.
Sobre
as questões de enquadramento do Ensino Superior, o Reitor mencionou que
o contexto atual induz constrangimentos vários, designadamente ao nível
da execução orçamental devido aos cortes anunciados pelo governo e à
instabilidade financeira. Apesar disso, considerou ter sido positiva a
posição pública tomada em concertação com os demais reitores.
Foi ainda apreciado o Relatório sobre O Desemprego dos Diplomados da UMinho.
Foram tomadas as seguintes deliberações:
Aprovada, por unanimidade, a alteração ao Mapa de Pessoal da UMinho 2012.
O
Reitor apresentou uma nova e definitiva versão do Plano Estratégico da
Universidade do Minho, para o horizonte de 2020. Esta proposta
corresponde a mais uma iteração do documento, que incorpora
contribuições dadas pelo Conselho, em sessões anteriores, bem como das
diversas Unidades Orgânicas e ainda de grupos de trabalho constituídos
para o efeito.
Depois de mais uma apreciação global o plano foi aprovado, por maioria, com 17 votos favoráveis e um voto contra.
O Presidente do Conselho Geral,
Luís Braga da Cruz»
(reprodução de mensagem, de distribuição universal na rede da UMinho, que nos caiu entretanto na caixa de correio electrónico, proveniente da entidade identificada)
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
DECLARAÇÃO DE VOTO: Plano Estratégico da Universidade do Minho (2013-2020)
No quadro da discussão e
votação do “Plano Estratégico da Universidade do Minho (2013-2020)”, em sede de reunião do Conselho Geral (CG) da
Universidade do Minho (UMinho) realizada a 3 de Dezembro de 2012, declaro que
votei contra a proposta submetida a votação pelas seguintes razões:
i) porque entendo que esse
documento orientador da actividade futura da Universidade do Minho devia
emergir de uma participação alargada da Academia e do debate na Instituição de visões diferentes sobre o que se pretende que
a UMinho seja em 2020, conforme também o admitiu o Reitor perante o Conselho
Geral em sucessivas ocasiões, o que, no meu entender, o documento agora sujeito
a votação não configura, desde logo porque os próprios membros do Conselho
Geral só em véspera da reunião do órgão em que se procedeu à votação puderam
aceder à versão a ser referendada;
ii) porque, pese a
ocasião tardia em que a informação de apoio aos pontos em agenda na reunião do
CG foram disponibilizados, o que se pediu aos membros do órgão é que
deliberassem sobre documentos que vão pouco além de "power points", o que, do meu
ponto de vista, não contribui para dignificar o Conselho Geral;
iii) porque,
tecnicamente, o documento posto à apreciação do órgão apresenta fragilidades
várias e não é facilmente interpretável, em parte, em razão do formato em que
se apresenta; a título de exemplo, anote-se que mesmo no Doc.1 (Plano
Estratégico 2013-2020 crescimento sustentado para cumprir o futuro [VERSÃO
0.1]), se enunciam "princípios" nas páginas 3 e 4, "princípios
estratégicos" na página 12, e "princípios institucionais" também
na página 12, acabando por não se perceber rigorosamente que objectivos são visados,
com a excepção de um que é enunciado, embora com insuficiente destaque no dito
documento, que é "O crescimento sustentado da Universidade";
iv) acresce que o
objectivo explicitamente assumido, antes referido, não me parece
suficientemente fundamentado na realidade sóciodemogáfica nacional e na clara
inventariação dos projectos/cursos que suportarão esse crescimento; o adjectivo
sustentado empregue oferece-se-me, assim, como uma muleta da afirmação de um
projecto de crescimento do numero de alunos, a todo o custo, e não como expressão
da solidez do crescimento que, a meu ver, se deveria visar;
v) porque entendo que
um "princípio" enunciado a abrir o documento que identifiquei acima
como Doc.1, a saber, cito, "universidade
participada e descentralizada, ou seja, como universidade que promove, no
quadro estatutário, a intervenção de todos os seus membros e corpos, no debate
e escolha das opções que melhor se adeqúem à prossecução da sua missão",
não me parece que venha sendo
suficientemente cultivado na UMinho e tenho dificuldade em percebê-lo como algo
que se deva só projectar no horizonte de 2020; finalmente,
vi) porque a proposta
do Reitor ignora no essencial o contributo em matéria de diagnóstico da
realidade da Instituição e de formulação estratégica que foi possível recolher
da Academia, no contexto de consulta promovida acerca de um ano pelo Conselho
Geral, não se me oferecendo válido o argumento de que faltavam a esses
contributos um enfoque estratégico; querendo captá-lo, esse pensamento
estratégico transparecia de forma óbvia no que à organização da Instituição e
dos seus serviços dizia respeito, aparte o planeamento e a gestão dos próprios campi, que também são dimensão central
da eficácia da organização, e da respectiva atractividade e imagem veiculada;
vii) refira-se a propósito
do que se assinala no número precedente que as experiências melhor sucedidas em
matéria de planeamento socioeconómico apontam no sentido de que é preferível
partir da percepção e da capacidade de identificação dos agentes com os
processos de transformação e reorganização estrutural do que da aposta em metas
muito ousadas ou ambiciosas, podendo estas emergir a partir de determinado
momento do ciclo de desenvolvimento da organização em razão da capacidade
colectiva de realização que seja alcançada.
Braga, 3 de Dezembro
de 2012
O vogal do Conselho Geral da UMinho
J. Cadima Ribeiro
DECLARAÇÃO DE VOTO: Regulamento Eleitoral para o Conselho Geral da Universidade do Minho
No quadro da discussão e
votação do “Regulamento Eleitoral para o Conselho Geral da Universidade do
Minho”, em sede de reunião do Conselho Geral
(CG) da Universidade do Minho realizada a 3 de Dezembro de 2012, declaro que
votei contra a proposta submetida a votação pelas seguintes razões:
i) é meu entendimento que a
Universidade deve ser exemplo em matéria de estímulo ao envolvimento dos seus
agentes na vida da Instituição, para melhor dar corpo à missão que a sociedade
lhe conferiu, e exemplo de cultura de valores democráticos;
ii) a postura e a cultura
que se defende dever ser prosseguida pela Universidade, e pelos órgãos a quem
cumpre promover e defender tais princípios, não é compatível com a imposição de
quaisquer barreiras à entrada, que não as que decorrem da lei e dos estatutos
da Instituição e, como tal, não se entende a imposição de qualquer número
mínimo de subscritores no processo de constituição de listas concorrentes aos
seus órgãos de governo, para mais, o Conselho Geral;
iii) a imposição de
restrições à admissão de listas por força do preenchimento do requisito prévio
de reunião de um certo número de subscritores, por mais reduzido que seja,
significa obrigar os promotores de listas a garantir um referendo da comunidade
académica que devia surgir apenas no contexto da submissão das suas propostas à
academia, no quadro do acto eleitoral que esteja em causa;
iv) para mais, atentos a
situações prévias, a prática em apreço propicia o desenvolvimento de processos
de condicionamento dos eleitores pela via da constituição de listas de
"pro-subscritores" que, no limite, visam definir com antecedência ao
escrutínio eleitoral os resultados do
sufrágio.
Braga, 3 de Dezembro
de 2012
O vogal do Conselho Geral da UMinho
J. Cadima Ribeiro
Conselho Geral: um balanço de 4 anos
"Depois de quase 4 anos de exercício de mandato como membro do Conselho Geral (CG), tenho que confessar grande frustração por, nomeadamente:
- o debate mantido em sede de CG, mesmo quando estiveram em causa temáticas mais estratégicas, ter ficado quase sempre confinado ao circulo restrito dos membros do órgão, aparte ter sido notória a falta de comunicação entre o Conselho e a comunidade académica;
[...]".
J. Cadima Ribeiro
domingo, 2 de dezembro de 2012
"Parece que já se fazem os regulamentos da avaliação para que não sejam completamente transparentes"
Os enigmas na avaliação de funcionários e professores
(título de mensagem, datada de sábado, 1 de Dezembro de 2012, disponível em O Campus e a Cidade)
(título de mensagem, datada de sábado, 1 de Dezembro de 2012, disponível em O Campus e a Cidade)
sábado, 1 de dezembro de 2012
"FW: Avaliação de desempenho!"
«De: José Alberto Gomes Precioso
Enviada: sáb 01-12-2012 2:31
Para: ie-todos
Assunto: Avaliação de desempenho!
Assunto: Avaliação de desempenho!
Boa noite a todos os IE´s (man e os outros).
Ainda estou “traumatizado” por ter feito relatórios de atividades (avaliação de desempenho) de 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009, 2010 e 2011 e ter que fazer outro, quando ainda falta um mês para o final do ano, é dose?
E a questão é: para quê?
Não era suposto termos conhecido, antecipadamente os resultados da avaliação de todos estes anos, para termos oportunidade de melhorar o nosso desempenho?
Não era essa, uma das grandes finalidades da avaliação, para além de permitir a quem tenha dado o “litro” ver, finalmente, reconhecido o direito a ganhar mais uns euritos, que tanta falta fazem nestes tempos? Não foi o que nos prometeram? Já sei…o orçamento…enfim, o contexto externo..mas alguém reagiu a ele?
Não era suposto sabermos os critérios de avaliação que irão ser utilizados este ano?
Sei que instrumento vai ser utilizado, mas como é sabido, a sua versão simplex pode afastar-se muito da versão completa e desvirtuar completamente o processo de avaliação e os seus resultados.
E não era suposto que os dados tivessem servido para validar o instrumento?
Enfim, estamos a um mês de terminar o ano e onde vamos meter o pós 03 de Dezembro…. será que já vamos entrar de férias?
Mas ainda bem que esta tarefa fica feita e já podemos pensar no Natal e no Final do ano.
Mas em vez de um simplex, continuamos num complex, sem que se perceba mt bem porquê e para quê.
Gostava de saber por que caminhos irá seguir o nosso futuro imediato.
Estou cansado de não conseguir prever sequer o presente (S.Godinho).
Por mim, vou pensar no futuro, ou seja, no Natal.
Mudar de vida. Dedicar-me a outros sonhos……..
Abraços e bom fim de semana. Fiquem bem!
Precioso
Nota: Podia enviar-vos um raminho de oliveira, mas só tenho aqui à mão um de azevinho…o Natal já está à porta.»
(reprodução de mensagem, distribuída na sede identificada, que mão amiga nos fez chegar entretanto)
Escola de Engenharia: resultados das eleições realizadas na 6ª feira pp.
Para o Conselho de Escola
Professores e Investigadores
Votos brancos: 7
Votos nulos: 2
Votos na Lista A: 75 votos - 3 representantes eleitos
Votos na Lista B: 136 votos - 6 representantes eleitos
Votos na Lista C: 50 votos - 2 representantes eleitos
Para o Conselho Científico
Professores e Investigadores de carreira
Votos brancos: 14
Votos nulos: 0
Votos na Lista A: 102 votos - 5 representantes eleitos
Votos na Lista B: 151 votos - 7 representantes eleitos
Informação completa sobre esta matéria está disponível na página da EEUM, em
Nota: As listas B eram as que apareciam associadas ao Professor João Monteiro
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