“Governo obriga Universidade do Minho a desligar o aquecimento”
(título de mensagem, datada de 2012/10/30, disponível em UM para todos)
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
"A Petition for the attention of the EU Heads of State or Government"
Petição: "secure the EU research and innovation budget!"
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em Universidade Alternativa)
(título de mensagem, datada de hoje, disponível em Universidade Alternativa)
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto: actualização da informação
Data: Entrada: 22-10-2012; Distribuição: 29-10-2012
Processo: 2662/12.7BEPRT
Espécie: Providências relativas a procedimentos de formação de
contratos [DEL.825/05]
Contra-interessado: Andreia, S.A.
Autor: BA - Bares Automáticos, S.A.
Réu: UNIVERSIDADE DO MINHO
Autor: BA - Bares Automáticos, S.A.
Réu: UNIVERSIDADE DO MINHO
domingo, 28 de outubro de 2012
Houve alguém que tivesse ganho algo com isso?
Nos últimos anos,
passaram-nos (a nós, professores) a mensagem de que deixaria de haver horas para tentar responder
aos pedidos que, em catadupa, chegam das várias tutelas, pois sermos “bons e obedientes
alunos” sempre foi uma imagem que se quis passar. Algum dia haveríamos de ser
recompensados. Tentaram também convencer-nos de que as plataformas/programas (e-learning, horários, …) poderiam ser
acautelados com o simples toque de uma tecla, e que o professor do século XXI
seria um moderno escravo, sempre pronto a responder a toda e qualquer solicitação
que lhe chegasse, quase de forma automática. Por arrasto, os funcionários não
docentes e os investigadores acabaram por cair nesta teia de fios bastante
emaranhados.
A questão que entretanto
se coloca é: houve alguém que tivesse ganho algo com isso?
Se virmos bem, desde
logo, os estudantes pouco ou nada não têm beneficiado com toda a engrenagem que
foi montada, pelo menos, o seu desempenho não melhorou significativamente. Olhando para a Universidade, enquanto tal, parece que esta também
não, já que os orçamentos transferidos do orçamento de Estado não param de
encolher e as condições gerais de trabalho que proporciona se deterioram de dia para dia. No
que aos professores, investigadores e funcionários não docentes se refere, o respectivo
desânimo e saturação estão, quotidianamente, à vista.
Aqui chegados, a questão
adicional que se coloca é: até quando vamos continuar a percorrer este caminho em
direcção ao abismo ou, dito de outro modo, quando é que teremos a coragem de
dizer basta?
Paula Cristina Remoaldo
sábado, 27 de outubro de 2012
"Outro mundo"
(título de mensagem, datada de Sexta-feira, 26 de Outubro de 2012, disponível em O melhor para a universidade)
"Um inventor da cidade como espaço de utopia”
Notícia Correio do Minho
Universidade do Minho deu honoris causa a Nuno Portas:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=65139
Universidade do Minho deu honoris causa a Nuno Portas:
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=65139
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
"Nos últimos dois anos a UM ficou com menos 30 por cento de financiamento do Estado"
Da imprescindibilidade duma mantinha da IKEA
(título de mensagem, datada de 24 de Outubro de 2012, disponível em Empreender)
(título de mensagem, datada de 24 de Outubro de 2012, disponível em Empreender)
Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto: soma e segue
Data:
Entrada: 25-10-2012; Distribuição: 25-10-2012
Processo: 2724/12.0BEPRT
Espécie: Acção
administrativa especial de pretensão conexa com actos administrativos
Contra-interessado: Andreia, S.A.
Autor: BA - Bares Automáticos, S.A.
Réu: Universidade do Minho
Autor: BA - Bares Automáticos, S.A.
Réu: Universidade do Minho
"Este governo [...] que veja bem o buraco em que nos está a meter"
(título de mensagem, datada de quinta-feira, 25 de Outubro de 2012, disponível em O Campus e a Cidade)
"Só não entendo como pode a UM estar nesta situação e, apesar disso, assumir crescentes responsabilidades financeiras na gestão de edifícios públicos que não eram seus"
«Francisco Teixeira
Só não entendo como pode a UM estar nesta situação e, apesar disso, assumir crescente responsabilidades financeiras na gestão de edifícios públicos que não eram seus de origem ou iniciar novos cursos que, sendo certamente muito interessantes, não poderão senão agravar as dificuldades globais da instituição!
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