domingo, 18 de julho de 2010

CG UMinho: calendário de reuniões em 2011

Calendário de reuniões ordinárias do Conselho Geral para o ano de 2011:
- 24 de Janeiro;
- 2 de Maio;
- 18 de Julho;
- 26 de Setembro;
- 28 de Novembro.

(datas propostas na reunião realizada em 5 de Julho pp.)

quinta-feira, 15 de julho de 2010

À margem do CG: algumas notas soltas (17)

A problemática da disponibilização atempada da informação de suporte à agenda das reuniões do CG voltou a ser levantada nesta sua mais recente reunião, por razões óbvias: mais uma vez, houve informação que foi distribuída na “véspera” da reunião. Podendo invocar-se razões múltiplas e apresentar-se desculpas variadas, a verdade é que era insustentável continuar a assobiar para o lado, mesmo por parte daqueles membros que estão lá só para acenar que sim a tudo que é proposto pelo reitor.
A solução que se encontrou não vai além de meia solução mas é melhor que nada. Materializa-se na promessa do reitor de distribuir a dita informação de suporte à agenda no mesmo momento em que ela for libertada para o Senado. Obviamente, tal aplica-se a informação respeitante a agendas comuns, nada sendo garantido relativamente à demais informação.
No caso a que se aplica, isso assegura que os membros o CG recebam a informação com razoável antecedência, não ficando, no entanto, o mesmo garantido para os membros daquele outro órgão da Universidade. Também se pode admitir que, eventualmente, não precisarão.
Há entretanto uma outra dimensão que esta solução acarreta e que se exprime na possibilidade de ficar a nu que o Senado não serve para nada. Isso conferir-se-á se os docs. que forem definitivamente submetidos à apreciação do CG forem rigorosamente os mesmos que forem sujeitos ao Senado. Olhando para os casos precedentes, isso resulta já claro, embora sempre se possa invocar a curta existência do Senado.
Assim vamos indo, a passo de caracol e caminhando com indisfarçável insegurança…

J. Cadima Ribeiro

domingo, 11 de julho de 2010

À margem do CG: algumas notas soltas (16)

Como se os professores não estivessem já sobrecarregados com trabalho administrativo, os tempos que se avizinham ameaçam ser de autêntico pesadelo. Para mais, parece estar instalado entre alguns “responsáveis” da reitoria e de Escolas/Institutos o convencimento de que os funcionários administrativos (ou se se quiser, não-docentes e não-investigadores) são prescindíveis, quer dizer, os professores, tipo veículos todo o terreno, podem cavalgar todos os terrenos.
Aparte supostas avaliações de desempenho dos professores, a ameaça chama-se qualquer coisa como SIGAQ-UM (vulgo: sistema de qualidade), em boa verdade, uma sigla que denuncia uma enorme carga burocrática para os serviços e professores, a troco do quase nada que transporta.
Na forma, trata-se de um conjunto de procedimentos que assegurariam e atestariam a qualidade do serviço prestado. Na prática, não é mais do que expressão de confusão infeliz entre rotinas formais múltiplas e eficácia e eficiência da organização, para mais condensada num regulamento elaborado por quem de eficácia e qualidade do funcionamento da instituição universitária não tem senão uma ideia muito vaga.
Como digo, é de temer o pior se o bom-senso e uma recusa vigorosa por parte das vítimas escolhidas não vier a prevalecer. Pela minha parte, para que não se alimentassem equívocos, tratei já de esclarecer (em sede de CG e não só) que não devem contar comigo para carregar tal frete.

J. Cadima Ribeiro

quarta-feira, 7 de julho de 2010

À margem do CG: algumas notas soltas (15)

Quem alguma vez leu as notas oficiais que são produzidas na sequência das reuniões do Conselho Geral da UMinho, sabe bem quão vazias de conteúdo são. A última, produzida no final da tarde de 2ª feira pp., não fugiu à regra. Talvez aí possa estar a razão pela qual a dita nota informativa foi distribuída na rede geral da UMinho no próprio dia da reunião, pelas 19:32 horas, mas só chegou à rede que serve a reitoria e serviços centrais, sedeados no Largo do Paço, quase 24 horas depois, rigorosamente, pelas 16:27 horas. Mesmo assim, ao que parece, tal só aconteceu depois de alguns colegas aí instalados (leia-se: Largo do Paço) terem feito saber da sua estranheza perante a ausência da “preciosa” informação em causa.
De forma indirecta, esta situação vem entretanto dar razão ao reitor quando sublinha a exemplaridade dos serviços que “gerem” a circulação da informação na rede da UMinho (GCII - Gabinete de Comunicação, Informação e Imagem), que até há pouco tempo tiveram outra designação (GSI ou SIS) e, porventura, uma missão mais exigente e esforçada, que foram cumprindo com grande zelo. Está pois de parabéns uma Universidade que possui tais serviços e tão zelosos dirigentes.

J. Cadima Ribeiro

terça-feira, 6 de julho de 2010

segunda-feira, 5 de julho de 2010

À margem do CG: algumas notas soltas (14)

Para variar, tivemos hoje uma reunião do CG que teve um bom início, isto é, onde se discutiram coisas interessantes. Aconteceu no ponto antes da ordem do dia (informações). Ficou-me na altura o receio de que se voltasse à rotina logo nos pontos seguintes, o que em certa medida aconteceu mas, talvez por força do calor que se fazia sentir em Braga, em menor dimensão que o habitual. Entre os temas ventilados no referido ponto, sublinho:
i) a relação (quase inexistente) entre o CG e a Academia;
ii) o estatuto do membro do CG, nomeadamente no que se refere ao acesso à informação institucional que, supostamente, deveria poder usar para apoiar as suas tomadas de posição e votações;
iii) a (im)possibilidade de os membros do CG veicularem as suas opiniões sobre o funcionamento da Academia e dos órgãos em sedes informativas institucionais;
iv) a obrigação ou não da reitoria entregar a documentação de apoio aos assuntos em agenda em prazos úteis (ao invés dos 3 ou 4 dias que vêm sendo habituais);
v) a frustração que vem sendo o CG da UMinho (e de variadas outras instituições), amarrado a objectivos e modelos de organização e funcionamento que se pode suspeitar que outra coisa não visam que não seja desacreditar a figura institucional em causa;
vi) a marcação ou não de uma sessão aberta do CG e a definição ou não, para o efeito, de uma agenda “para o boneco”;
vii) o papel nos CGs dos membros externos e da respectiva disponibilidade para assinarem de cruz os documentos que é suposto serem por eles informados;
viii) …
Talvez pelo tom dado no início, de um modo geral a reunião resolveu-se por um tom mais cordato que o habitual, tendo havido um assunto (embora estivesse em causa apenas matéria processual) em que se correu o risco de decisão por consenso. Ironicamente, o assunto em agenda era o regime jurídico da UMinho, isto é, o lançamento do debate na Instituição sobre a (ino)portunidade de lançar a discussão sobre a matéria nesta altura, reafirmada a evidência de que o Estado que temos não é pessoa de bem, isto é, é incapaz de cumprir compromissos [aparte ser gerido/(des)governado por pessoas que, na sua larga maioria, já fizeram prova de incompetência técnica].
A reunião fechou com a despedida do Professor Pedro Oliveira, que abandona o órgão por força da sua vinculação a breve prazo à UPorto. Não tendo havido lágrimas, percebeu-se que o CG da UMinho perdeu um dos seus mais esclarecidos, mais activos e mais empenhados membros.

J. Cadima Ribeiro

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Reunião do CG de 5 de Julho pf.: agradecimento pelos contributos chegados

Caros(as) colegas,
Fico-vos grato pelos comentários que nos têm feito chegar, que são muito úteis para nos ajudar a formar uma opinião mais sólida sobre os temas constantes da agenda do CG.
Tenho grande curiosidade sobre o que se dirá sobre a problemática da extinção e criação de sub-unidades orgânicas, em particular.
Desejo-vos um bom de fim-de-semana.
Um abraço,

J. Cadima Ribeiro

Onde fica aqui a tão aclamada procura de excelência?

Onde fica aqui a tão aclamada procura de excelência no ensino? E os alunos? Não têm de chegar ao fim do curso com um determinado número de competências?
NDNR(EC)

Concursos para professres catedráticos: regulamento da UTL

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(título de mensagem, datada de ontem, disponível em UM para todos)