quinta-feira, 29 de abril de 2010

Parecer do SPN sobre última versão do RAD-UM

«Caros(as) colegas,
No âmbito do processo de audição das organizações sindicais relativamente ao Regulamento de Avaliação do Desempenho dos Docentes da Universidade do Minho, o Sindicato dos Professores do Norte elaborou um parecer sobre proposta de RAM inicialmente apresentada pela reitoria da UM.
Foi agora divulgada uma nova versão do RAD-UM. Apraz-nos constatar a introdução de alterações à versão anterior, algumas das quais propostas pelo SPN e que, na nossa opinião, se traduzem numa melhoria do documento em apreço.
Somos, contudo, da opinião que há ainda aspectos que deviam ser objecto de ponderação e reformulação, pelo que elaborámos um novo parecer, (que enviamos em anexo) e continuaremos disponíveis para colaborar na construção de um regulamento mais claro e mais justo.
Em http://www.spn.pt/, na área do Ensino Superior, poderá encontrar estes e outros documentos relativos ao processo de elaboração de regulamentos de avaliação do desempenho, em curso nas diferentes instituições de ensino superior público.
Saudações colegiais,

Manuel Carlos Silva,
Departamento de Ensino Superior
Sindicato dos Professores do Norte»

(reprodução do corpo principal de mensagem de distribuição universal na rede da UMinho que nos caiu entretanto na caixa de correio electrónico; a origem é a que se identifica)

quarta-feira, 28 de abril de 2010

À margem do CG: algumas notas soltas (12)

(ecos da reunião de 26 de Abril pp.)

1. No quadro da relação de forças que está estabelecido no CG, de que avulta a circunstância de alguns membros (internos e externos) estarem lá apenas para dizer ámen ao que o reitor propõe e diz, faz todo o sentido que haja quem se questione se vale a pena alguém sujeitar-se ao desconforto de ir contra a corrente ou, simplesmente, fazer perguntas e dizer que há outros caminhos. Continuo a achar que sim, que vale a pena (sendo bem certo que pouco me importa se outros comungam esse pensamento e as atitudes que reclama). Acho que vale a pena até na medida do incómodo que pressinto em muitos quando questiono os “fretes” que fazem e o mau serviço que prestam à Academia.
2. Na reunião da passada 2ª feira, perante a realidade de centenas de páginas de informação de suporte às decisões a tomar, ainda por cima distribuídas com escassa antecedência face à data da reunião, atrevi-me a sugerir ao reitor que tais documentos passassem a incluir um “sumário executivo”, isto é, algumas páginas de síntese e de enquadramento das linhas de força presentes nos documentos. Respondeu-me o reitor que os docs. já tinham uma introdução e, como tal, dispensava-se o esforço que estava a ser pedido. Perante a resposta, fiquei a saber que aquele não percebeu o alcance do que lhe propus ou, o que talvez não seja melhor, dá-se por satisfeito com o trabalho realizado, que, em muitos casos, se confirmou no decurso da reunião ser de sofrível qualidade.
3. Não se estando ainda bem, nomeadamente em termos de contas e sua apresentação, como foi admitido, assiste-me a dúvida que este ano de mudança traga a mudança que é necessária à UMinho (na perspectiva de um mais efectivo e qualificado cumprimento da missão que lhe está reservada), porque a mudança não pode ser só de protagonistas. Tem que ser também de processos e “tem que ser clara para todos”. Ora, aqui chegados, somos reconduzidos à postura das pessoas, a começar por aquelas que integram os órgãos de governo da Universidade, em muitas das quais se reconhece pouca vontade de irem para além do estatuto menor de batedores de palmas ao cortejo que passa.

J. Cadima Ribeiro

terça-feira, 27 de abril de 2010

Conselho Geral da UMinho - Nota Informativa (reunião de 26 de Abril de 2010)

«Universidade do Minho – Conselho Geral
Reunião de 26 de Abril de 2010
Nota Informativa

Reuniu ontem, dia 26 de Abril, pelas 10h, no Largo do Paço, o Conselho Geral da Universidade do Minho com uma agenda de trabalho dividida em dois blocos: I. Bloco de assuntos de iniciativa do Reitor; II. Bloco com assuntos de iniciativa do Conselho Geral.
Previamente, foi aprovada a Acta nº1/2010, por unanimidade.
Em relação ao I Bloco de assuntos de iniciativa do Senhor Reitor, para além de um conjunto de informações disponibilizadas ao Conselho Geral, foram tomadas as seguintes deliberações:
- Aprovação, por unanimidade, do Relatório de Actividades da Universidade do Minho, sob proposta do Reitor, acompanhado pelo parecer do Plenário do Senado Académico, nos termos da alínea d) do número 2 do artigo 29 dos Estatutos da Universidade e de um parecer favorável dos membros externos do Conselho Geral nos termos do nº 3 do artigo 29 dos Estatutos da Universidade;
- Aprovação, por unanimidade, do Relatório de Actividades dos Serviços de Acção Social da Universidade do Minho e do respectivo Plano de Contas da 2009, sob proposta do Reitor, nos termos da alínea d) do número 2 do artigo 29 dos Estatutos da Universidade;
- Aprovação, por maioria, o Plano de Contas da UM, acompanhadas pelo parecer de aprovação, por maioria, do Plenário do Senado Académico, e do parecer positivo do Fiscal Único, nos termos da alínea f), do nº 2 do artigo 29 dos Estatutos da Universidade do Minho;
- Aprovação, por maioria, da proposta de fixação do valor de propinas para o ano lectivo 2010/ 2011, apresentada pelo Reitor, nos termos da alínea g) do nº 2 do artigo 29º dos Estatutos da Universidade do Minho;
- Aprovação, por maioria, da proposta de extinção, criação e transformação de unidades de serviços Estrutura Orgânica da Universidade, nos termos da alínea c) do nº 2 do artigo 29º dos Estatutos da Universidade do Minho, acompanhado do parecer dos Membros Externos do Conselho Geral nos termos do nº 3 do artigo 29 dos Estatutos da Universidade. Em concreto, essa proposta pressupõe as seguintes mudanças: i) criação do Gabinete para a Inclusão; ii) transformação do SAPIA em GAE (Gabinete de Apoio ao Ensino); iii) extinção do Gabinete de Protocolo; iv) extinção do Serviço de Reprografia e Publicações. Em relação ao mapa de pessoal dirigente, a proposta foi, igualmente, sujeita a votação, tendo sido aprovado por maioria.
Os pontos de agenda relacionados com a discussão em torno de entidades participadas pela Universidade, bem como a proposta de criação de um grupo de trabalho para a discussão interna sobre Regime Fundacional foram adiados para a próxima reunião do Conselho Geral.
Em relação ao II Bloco de assuntos de iniciativa do Conselho Geral, para além de um conjunto de informações disponibilizadas, foram tomadas as seguintes deliberações:
- Aprovação da proposta de contratação de funções de apoio administrativo do Conselho Geral em substituição do actual técnico;
- Aprovação do memorando produzido pela Comissão Eventual criada para reflectir sobre a política de informação e funcionamento do Conselho Geral.
O Presidente do Conselho Geral
Luís Braga da Cruz»
*
(reprodução de mensagem de distribuição universal na rede da UMinho que me caiu entretanto na caixa de correio electrónico; a proveniência é a que aparece identificada)

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Da reunião do CG de hoje: declaração de voto

Declaração de voto
(Propostas de extinção, criação e transformação de unidades de serviços)

José António Cadima Ribeiro, representante do corpo de professores e investigadores doutorados no Conselho Geral, declara que se absteve na votação das “propostas de extinção, criação e transformação de unidades de servicos” e votou contra a alteração associada do “mapa de pessoal” (leia-se, associada às propostas e ao Regulamento Orgânico que as enquadra) por considerar que as propostas e o referido mapa deveriam ser resultantes de um exercício sério de avaliação e diagnóstico da situação actual geral de organização e funcionamento dos Serviços da Universidade. Mais entende que essa avaliação, a ser realizada ponderadamente e em articulação com os Serviços e com as Unidades Orgânicas, deveria visar conferir-lhes a eficiência e eficácia que a maioria, manifestamente, não tem e não fica assegurado que venha a ter com a reestruturação que agora está a ser realizada.
Da análise do documento enquadrante do que é proposto (Regulamento Orgânico), fica-se mesmo com o sentimento que se seguiu modelo análogo àquele que resultou na situação actual, que se quer alterar, nomeadamente em termos de multiplicação de Serviços e correspondentes chefias sem escala e sem suficiente identidade para se destrinçarem de outros. Acresce que é de difícil compreensão a promoção dos dirigentes desses Serviços de chefe de divisão a director de serviços, para mais num cenário de suposto aperto orçamental de natureza estrutural.
A nível de detalhe, e em dissonância com o que se comenta no parágrafo precedente, chama particularmente a atenção o enquadramento dado à Assessoria Jurídica, que o Regulamento Orgânico menospreza e desconsidera ao ponto desta não constar sequer do documento anexo à proposta por não lhe estar atribuído qualquer lugar de chefia, mesmo que de chefia administrativa. Isso resultará, porventura, de não se perceber que a independência técnica que lhe cumprirá garantir se assegura com uma autonomia efectiva do Serviço face à Reitoria e não o contrário.
Braga, 26 de Abril de 2010
O membro do Conselho Geral,

J. Cadima Ribeiro

domingo, 25 de abril de 2010

Devem estabelecer-se prioridades de investimento

Num período de contenção, devem estabelecer-se prioridades de investimento e prescindir daquelas participações que não são absolutamente essenciais. É preciso saber também porque se gasta dinheiro com Centros que aparentemente prestam serviços e deviam ser financeiramente autónomos. Por outro lado, temos óbvia duplicação de funções entre várias participadas.
NDNR(JRG/JCR)

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Reunião nº 2/2010 do Conselho Geral: convocatória

«Data: 26 de Abril de 2010
Horas: 10:00h – 18:00h
Local: Sala de Reuniões da Reitoria, Largo do Paço

Bloco de assuntos da iniciativa do Sr. Reitor
1. Informações
2. Relatório de Actividades e Contas 2009 da Universidade
3. Relatório de Actividades e Contas 2009 Dos Serviços de Acção Social
4. Propinas 2010/2011
5. Estrutura Orgânica da Universidade: propostas de extinção, criação e transformação de unidades de serviços
6. Memorando sobre entidades participadas pela Universidade
7. Proposta de trabalho para discussão interna sobre regime Fundacional

Bloco de assuntos de iniciativa do Conselho Geral
1. Informações
2. Aprovação da acta nº 11
3. Estrutura da política de informação do CG
4. Proposta de temas de iniciativa do CG.

Braga, 16 de Abril de 2010

O Presidente do Conselho Geral
Luis Braga da Cruz»

(reprodução de convocatória recebida da entidade identificada)

1ª reunião da Comissão de Planeamento do Senado Académico e 2ª reunião Plenária: notas informativas alternativas

Realizou-se ontem (leia-se, 2ª feira pp.) a 1ª reunião da Comissão de Planeamento do Senado Académico e a 2ª reunião Plenária. Nestas reuniões, o Reitor colocou à apreciação do Senado diversos diplomas, para emissão dos pareceres respectivos.
No que toca ao Relatório de Contas de 2009 e à proposta de Regulamento Orgânico das Unidades de Serviços da Universidade do Minho foram emitidos pareceres favoráveis, tendo eu votado contra em cada uma dessas situações, pelos motivos que explico nas declarações de voto que produzi.
Quanto ao Regimento, a proposta submetida a apreciação colocava a informação (actas e respectivos documentos anexos) dentro do universo restrito dos membros do Senado (na intranet, com acesso para estes).
Manifestei a minha preocupação em relação a este aspecto, pois não me parece que as decisões do Senado devam ficar apenas do conhecimento interno dos seus membros. Felizmente, este princípio recolheu o acordo dos restantes membros do Senado, tendo sido aprovada a inclusão das actas e documentos anexos, depois de aprovados, no site de internet da UM. Contudo, a proposta que apresentei ao Senado era mais abrangente:

"Ponto 2. do artº 16º- Proposta alternativa:
2 - As convocatórias e as actas das reuniões do plenário e das Comissões do Senado Académico, após a sua aprovação, e demais documentos que a elas fiquem apensos, serão colocados no site de internet da Universidade do Minho, num espaço destinado ao Senado Académico. Também no site deverão ser divulgadas as propostas e documentos relevantes para suporte e decisão nas reuniões, desde que não apresentem carácter considerado reservado, competindo ao Reitor determinar essa qualidade de reserva.
3 – No caso em que o Reitor entenda que um determinado documento apresenta carácter reservado, não sendo recomendável a sua divulgação pública, o mesmo deverá ser disponibilizado na intranet, num espaço
destinado ao Senado Académico."

Este aspecto da divulgação "aberta" de todos os documentos não reservados no site de internet da UM, cabendo ao Reitor determinar esse carácter de reserva, não recolheu, contudo, mais que dois votos
favoráveis. O que equivale a dizer que o Senado, de forma muito largamente maioritária, não concorda com a divulgação pública antecipada das propostas em discussão e para emissão de Parecer pelo Órgão.
Devo dizer que fiquei extremamente chocado com esta decisão do Senado. Não esperava, nunca esperaria, que na Universidade do Minho, Portugal, em 2010 (afinal 36 anos depois de o País ter reconquistado o direito à liberdade de informação), fosse admissível que os documentos em análise num órgão interno (ainda para mais de consulta), não pudessem ser divulgados de forma aberta por toda a comunidade, interna e externa à UM. Informei o Plenário do Senado, antes da votação, de que, como membro eleito pelos docentes e investigadores da UM, considerava essencial para o desempenho do cargo, que todos os docentes e investigadores tivessem acesso livre aos assuntos e documentos em apreciação no Senado. Por forma a que, querendo, pudessem intervir junto dos seus representantes eleitos, dando opiniões, sugerindo propostas, etc, etc. É esta, aliás, a única forma como entendo que esta missão de representação deve ser
assumida. O mesmo se aplica, na minha opinião, aos representantes dos funcionários não docentes e dos alunos. Não compreendo que, apesar disto, o Senado insista em tornar essa informação reservada para dentro de si próprio...
Uma vez que as Actas apenas serão aprovadas, na melhor das hipóteses na reunião seguinte, o resultado desta decisão do Senado será de que a Academia apenas terá conhecimento aberto do que aí for decidido, vários meses depois da decisão tomada. O que me parece manifestamente inadequado.
Não podendo permitir que esta decisão do Senado, que reputo de infeliz mas terei de aceitar, prejudique a minha actuação em representação dos docentes e investigadores da UM, comprometo-me a divulgar, pelos meios que entender mais adequados e dentro do que me for possível, os documentos que forem submetidos para apreciação futura no Senado.
Estando receptivo a reacções ou sugestões que qualquer colega entenda por bem fazer-me chegar em relação a essas propostas ou documentos.
Com os melhores cumprimentos,

Fernando Castro
Membro do Senado
-
Declaração de voto (1)
Declaro que votei contra a proposta de elaboração de Parecer positivo sobre as Contas de 2009, uma vez que considero o documento apresentado incompleto no que toca à explicação dos grandes movimentos de contas efectuados com vista a regularizar aspectos relativos a exercícios anteriores, que estariam indevidamente contabilizados, conforme detectado na Auditoria efectuada pelo Tribunal de Contas. Na minha opinião, os valores em causa são materialmente relevantes e, por isso, deveriam, ter sido explicados em detalhe no Relatório, o que não acontece.
Não representa, contudo, este sentido de voto, qualquer oposição a qualquer vertente particular das contas, não tendo eu detectado algum aspecto que me parecesse errado e que fosse, em simultâneo, materialmente relevante no que toca às Contas propriamente ditas. Pelo contrário, é de reconhecer e louvar o esforço efectuado pela instituição, nomeadamente pela Reitoria e pelos serviços administrativos, no sentido de organizar convenientemente as Contas para fazer face às exigências legais, assim como a iniciativa de apresentar Contas Consolidadas, o que sucede pela primeira vez.
Apenas pelas falhas de apresentação expostas, e por não entender alguns aspectos das Contas não explicados no Relatório (proveitos extraordinários, com implicações evidentes a nível dos resultados líquidos, ou regularizações do activo, por exemplo) entendi não poder votar favoravelmente o parecer proposto. De facto, é minha opinião que a apresentação de Contas deve explicar, de forma clara, as principais rúbricas, em particular as que maior relevância apresentem em termos materiais. Por forma a que uma análise económico-financeira da instituição seja, a todo o tempo, viável, de forma fidedigna e passível de projectar, em termos orçamentais, a adequada planificação da UM no futuro próximo. O documento agora apresentado para parecer, apesar de substancialmente representar um avanço considerável em relação ao que era a prática habitual na UM, não permite ainda, contudo, pelas carências de detalhe explicativo de que padece, atingir, por completo, esse desiderato. Esta é a minha opinião, justificando o sentido do meu voto contra, no contexto da impossibilidade legal de me abster.
Braga, 19 de Abril de 2010
O membro do Senado Académico
Fernando António Portela de Sousa Castro
-
Declaração de voto (2)
Declaro que votei contra a proposta de Regulamento Orgânico das Unidades de Serviços da Universidade do Minho por considerar que a mesma deveria ser resultante de um exercício de avaliação e diagnóstico da situação actual, a realizar ponderadamente em articulação com os serviços e com as Unidades Orgânicas, tendo ainda em conta a necessidade de descentralização de serviços para os Campii.
Se bem que a reestruturação orgânica dos serviços seja uma necessidade premente, fazê-lo sem o devido diagnóstico arrisca-se a ser um exercício menos adequado e eficaz do que poderia ser, caso essa reflexão e análise interna tivesse sido levada a cabo. Por isso, propus o adiamento da votação, permitindo que, num prazo de dois meses, fosse possível realizar esse exercício de suporte. A Comissão de Planeamento não me secundou nesta proposta, apesar das várias sugestões feitas por alguns dos seus membros em relação a aspectos importantes relacionados com o regulamento. Pelo exposto, não me senti confortável para dar parecer positivo à proposta submetida.
Braga, 19 de Abril de 2010
O membro do Senado Académico
Fernando António Portela de Sousa Castro

terça-feira, 20 de abril de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

À margem do CG: algumas notas soltas (11)

Reuniu esta manhã a Comissão Eventual entretanto (precariamente) criada no âmbito do CG. A ordem de trabalhos, que divulgámos oportunamente, foi a seguinte:
1. Proposta de uma estrutura de política de informação do CG;
2. Proposta de funcionamento interno do CG;
3. Proposta de eleição de temas de iniciativa do CG.
Não se pode dizer que a reunião tenha corrido mal. Curioso é o sentimento que ficou entre alguns participantes (que chegou a ser verbalizado por um deles) que a reunião tinha constituído a primeira ocasião em que as questões estratégicas foram alvo de reflexão (abordagem) em sede de Conselho Geral da Universidade do Minho e, daí, a reuniu tinha valido por isso. Isso é particularmente significativo se se tiver presente que o órgão está em funcionamento acerca de um ano.
A reunião abriu com o renovar de atenção para a ausência, de facto, do CG do sítio da UMinho, matéria sobre que venho insistindo desde Novembro pp. O presidente do órgão mostrou-se surpreendido por essa realidade: é que, diga-se, dava por adquirido que tinham tido sequência as diligências que teriam sido mantidas há algumas semanas no sentido da publicitação de informação básica sobre o funcionamento do órgão. Neste contexto, que a Academia se questione sobre o que anda a fazer e a relevância do que faz o CG, só surpreenderá quem vive nas nuvens (de poeiras vulcânicas ou não) que nos têm atingido nos derradeiros dias, semanas e meses.
Vamos esperar para ver o que se vai passar a seguir. Uma vez que a próxima reunião plenária do CG é de hoje a oito dias, nem será preciso esperar muito.

J. Cadima Ribeiro