sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Do CG que temos

Caros(as) colegas,
Por incrível que vos pareça, os membros do CG continuam sem receber a convocatória e documentos anexos referentes à próxima reunião, a realizar a 8 de Março pf. (contra tudo aquilo que está estabelecido em matéria de regimento do órgão).
Até quando o colectivo vai permitir que isto continue a acontecer é matéria sobre a qual me interrogo. Vamos aguardar algum tempo mais a ver se a resposta vem.
J. Cadima Ribeiro

"A situação presente [...] está conforme com a (má) prática habitual na UM"

Sobre SIADAP na UM

(título de mensagem, datada de 2020/02/25, disponível em UM para todos)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

"Empresário no Conselho de Escola"

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(título de mensagem, datada de 24 de Fevereiro de 2010, disponível em Empreender)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Programa específico de desenvolvimento da Universidade do Minho: breves observações e dúvidas

1. Os propósitos são, na globalidade, plenamente adequados a qualquer instituição universitária de excelência. Numa visão realista, porém, põe-se o problema dos obstáculos à sua concretização.
2. Justamente no capítulo das concretizações, refere-se que um dos propósitos é “alargar a oferta educativa orientada para a qualificação de activos”. A pergunta óbvia é: se, como é presumível as condições actuais não permitem a integração de novos docentes, como é que se vai aumentar significativamente a oferta educativa? Aumentando a carga lectiva dos docentes existentes? Por um lado, a carga lectiva tem um limite máximo estabelecido por lei; por outro lado, se dois dos objectivos são “a centralidade da investigação” e a “a internacionalização da investigação e do ensino” – o que implica a disponibilidade dos docentes –, como é que eles se compatibilizam com o aumento da aulas a cargo de cada docente?
3. Refere-se, em particular, a aposta na “oferta de licenciaturas em regime pós-laboral”. Sem pôr em causa o mérito da iniciativa – que nem sequer é nova ou inédita e só peca por tardia –, não deve esquecer-se que é necessário disponibilizar os meios necessários para levar a cabo os objectivos propostos. Será necessário esclarecer algumas dúvidas, como, por exemplo: qual o horário proposto (limites), que contrapartidas há para os docentes que prestem serviço docente neste horário (a nível de contabilização para a carga docente e de coordenação com o seu eventual horário em regime diurno), que serviços de apoio estão a funcionar neste horário, etc..
4. A “oferta de formação à distância” levanta questões de natureza semelhante, sobretudo: que meios (sobretudo tecnológicos) serão disponibilizados para pôr em prática esta modalidade de ensino?
5. Quanto às infra-estruturas académicas, outro dos objectivos é “a articulação entre ensino e investigação e a promoção de processos de aprendizagem baseados em dinâmicas colaborativas”, o que implica, entre outras coisas, “o alargamento dos horários de funcionamento (…) do acesso (…) às bibliotecas”. Inexplicavelmente, não há referência à necessidade de fazer face ao clamoroso empobrecimento das bibliotecas. Pelo menos no que toca ao Direito, as lacunas são evidentes, o que compromete em absoluto quase todos os objectivos do Programa, a saber: “a centralidade da investigação”, “o crescimento sustentado e a racionalização da oferta educativa” e a “internacionalização da investigação e do ensino”, já que nem alunos nem docentes têm actualmente as condições indispensáveis para o desenvolvimento uma investigação séria.
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Catarina Serra

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Cursos pós-laborais

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(título de mensagem, datada de Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2010, disponível em Prálem D`Azurém)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

À margem do CG: algumas notas soltas (8)

Contrato de Confiança

A reitoria da UMinho tornará/tornou hoje público o “contrato de confiança” que rubricou com o MCTES na passada 4ª feira. As ideias genéricas do que estava em jogo foram veiculadas e discutidas em sede de Conselho Geral (CG) na sua reunião do passado dia 25 de Janeiro, conforme foi dito no comunicado tornado público na ocasião.
O sentimento então prevalecente entre os membros do CG, onde se incluía o signatário desta mensagem, foi o de que a Instituição não estava em posição de não “ir a jogo”, se bem que o devesse fazer com estratégia própria e não ao sabor dos acontecimentos e das conveniências políticas de outrem.
Depois disso o CG teve a acesso a duas versões do documento disponibilizadas pelo Reitor, a última das quais na tarde de 4ª feira pp.. Como os números que dão corpo ao “contrato” foram “inventados”, escapa-me(nos) em grande medida, sendo que vários deles não têm consistência com a realidade existente no terreno e muito menos salvaguardam a qualidade do serviço que se pretende prestar.
Vou(vamos) ficar a aguardar que esta não tenha sido uma saída (uma assinatura) em falso.

J. Cadima Ribeiro

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Novas licenciaturas e cursos de pós-graduação em regime pós-laboral

Notícia Público
Universidade do Minho vai ter novas licenciaturas e cursos de pós-graduação:
(cortesia de Nuno Soares da Silva)

Proposta: "Sugiro que o CG crie um Comissão de Ética"

"O Conselho Geral, que tem no âmbito das suas competências a possibilidade de adoptar iniciativas com vista ao melhoria do funcionamento da UM, deveria prestar atenção a este problema. Sugiro que o CG crie um Comissão de Ética que seja capaz de fazer um levantamento sério da situação e que proponha políticas apropriadas de remediação."
Joaquim Sá
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(excerto de mensagem, datada de terça-feira, 16 de Fevereiro de 2010, e intitulada Uma Comissão de Ética no âmbito do Conselho Geral, disponível em Liberdade na UMinho)

Mobilidade interna de pessoal administrativo: procedimentos...

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(título de mensagem, datada de 2010/02/16, disponível em UM para todos)

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

"Noutra viatura vai o Conselho do Reinado"

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(título de mensagem, datada de Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2010, disponível em Prálem D`Azurém)