quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

A "Escola da UM onde mais se fala em democracia, educação cívica, cidadania"

«Evitar a eliminação de uma corrente de pensamento que ao apresentar-se pela primeira vez acolheu quase 40% dos votos, passa pela revisão dos Estatutos que ao Conselho cabe realizar. Outra coisa não se pode esperar da Escola da UM onde mais se fala em democracia, educação cívica, cidadania, etc. Para que isso deixe de ser uma mera retórica instrumental, peça do "politicamente correcto" para fins de conquista e preservação do poder.»
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Joaquim Sá
(excerto de mensagem, datada de quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010 e intitulada Tomada de posse do Conselho do Instituto de Educação, disponível em Liberdade na UMinho)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Revista de blogues: Empreender

Novas oportunidades no ensino superior
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ClaustrUM

(títulos de mensagens disponíveis em Empreender, datadas, respectivamente, de 11 e 12 de Janeiro de 2010)

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

A agenda do CG para 2010 (se a quiser ter): ideias (II)

«Caro Presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho,
[...]
Reagindo à sua mensagem [...], venho propor-lhe que na ordem de trabalhos da próxima reunião seja introduzido um ponto dedicado à discussão da agenda própria que o CG se propõe manter em 2010.
A meu ver, o CG não se pode limitar a ter uma agenda ditada pelos compromissos estatutários do Reitor, sob pena das suas deliberações acabarem informadas pela própria incapacidade de enquadrar essas deliberações numa realidade mais larga e de mais longo prazo de leitura de situação. Ora, há dimensões da Visão e da Estruturação da UMinho que estão em falta ou que carecem de um melhor esclarecimento, matéria onde o Conselho Geral pode ter espaço privilegiado de intervenção, se o quiser ter.
[...]
J. Cadima Ribeiro»
(reprodução parcial de mensagem de correio electrónico endereçada em 2010/01/04 à entidade identificada)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

A agenda do CG para 2010 (se a quiser ter): ideias

Em relação à agendo do CG 2010, gostaria que os nossos representantes fizessem sentir a necessidade de criar novas ofertas de ensino. Sem querer meter a foice em seara alheia, penso que um campo emergente é o das energias renováveis. Na Educação, é o da Educação e Promoção da Saúde.
Outro assunto que me preocupa, é o da progressão na carreira dos docentes, sobretudo dos professores auxiliares e associados. Parece que ninguém se preocupa com isso. Nem sindicatos, nem os órgãos de gestão. Não será competência do CG falar nas questões relacionadas com a abertura de vagas, de forma justa? Que quer isto dizer? Que muitos colegas estão numa categoria há muitos anos, mas como o seu departamento não tem vagas, embora tenham currículo que chegue e sobre, não sobem na carreira. A injustiça agrava-se quando vêm colegas de outros departamentos, com currículo manifestamente inferior, mais novos, a passarem-lhes à frente, porque há vaga no seu departamento. Este assunto devia ser discutido no CG.

JAP

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

REUNIÃO Nº 1/2010 DO CONSELHO GERAL: Convocatória

«DATA: 25 de Janeiro de 2010
HORAS: 10h00-17h30
LOCAL: Sala de Reuniões da Reitoria, Largo do Paço

Bloco de assuntos da iniciativa do Sr. Reitor
1. Plano de actividades para 2010*
2. Orçamento 2010*
3. Diagnóstico sobre Serviços da Universidade e eventual Plano de Reformulação
4. Criação do Fórum UMinho
* assuntos de deliberação obrigatória do Conselho Geral

Bloco de assuntos de iniciativa do Conselho Geral
1. Acta da reunião anterior
2. Informações
3. Regulamento do Provedor do Estudante
4. Eleição do Provedor do Estudante
5. Organização interna e funcionamento do Conselho Geral
6. Parecer dos Membros Externos do CG sobre o Plano de Acção para o Quadriénio 2009-2013, nos termos do nº 3 do artigo 29º dos Estatutos da Universidade do Minho.
7. Outros assuntos

Braga, 08 de Janeiro de 2010

O Presidente do Conselho Geral
Luís Braga da Cruz»
*
(reprodução de convocatória entretanto recebida, proveniente de sec@conselhogeral.uminho.pt)

Da divulgação de provas de mestrado a "Bolonha", passando por uma tomada de posse fora de prazo

ClaustrUM

(título de mensagem, datada de 6 de Janeiro de 2010, disponível em Empreender)

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

À margem do CG: algumas notas soltas (5)

Luis Braga da Cruz, Presidente do CG da UMinho, não pára de surpreender os membros do órgão e, porventura, a si próprio. Depois da forma menos ortodoxa como identificou os candidatos para assegurar o secretariado administrativo a prestar ao Conselho Geral, excedeu-se agora no recrutamento do(a) assessor(a) jurídico(a) do mesmo órgão de governo da Instituição, tendo procedido à selecção entre três candidatos(as) que não se percebe de onde surgiram e porque razão calhou logo serem todos(as) licenciados(as) pela Universidade Católica, mas que terá resultado ser assim por boas razões.
Com esmero, as entrevistas foram realizadas mesmo antes dos restantes membros do CG saberem que o processo de recrutamento tinha sido lançado, e precedendo o Natal nalguns dias. Nesse esmero, foi acompanhado pela Secretária do Conselho (professora, membro do Conselho), entretanto promovida a secretária-geral.
Do que não se diz na informação recebida pelos membros do órgão sobre o processo de recrutamento em causa, pode inferir-se que, dos(as) licenciados(as) em Direito pela UMinho, em particular, nenhum(a) teria uma situação de folga na sua rotina de trabalho que lhe permitisse candidar-se ao lugar, o que me parece ser uma excelente notícia. Avulta, por outro lado, o entusiasmo e dedicação que o nosso presidente do CG está a pôr no exercício das suas funções, o que é sempre de registar, mesmo por quem não votaria nele para as ditas funções.
Temos homem!
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J. Cadima Ribeiro

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Parafarmácias e falta de ordenamento dos serviços “externos” oferecidos

Uma mensagem de correio electrónico distribuída hoje universalmente na rede electrónica da UMinho informou-nos que o campus de Gualtar dispõe desde esta data de uma parafarmácia. Mais acrescentava que o mesmo serviço estava disponível em Azurém desde 7 de Dezembro pp.. Agradece-se a informação, embora já se soubesse disso pelos jornais desde há algum tempo.
Ao que parece, trata-se de serviços concessionados a entidades privadas, o que, para evitar equívocos, talvez tivesse justificado informação adicional e atempada sobre todo o processo de adjudicação do dito serviço.
Nesta altura, não quero, no entanto, sublinhar o aspecto antes ventilado mas, alternativamente, deixar a questão sobre que lógica de ordenamento físico vai estando por detrás da implantação de diversos serviços externos de apoio à comunidade académica nos espaços da universidade. Concretamente, não será que se justificaria que a implantação desses serviços obedecesse a algum plano ou lógica de inserção que lhes désse alguma coerência e lhes aumentasse a funcionalidade?
Mesmo não parecendo ter havido qualquer plano director no processo de construção das pseudo-cidades universitárias que temos, não haverá ainda possibilidade de reestruturar o uso dos espaços e edificados de cada um dos campi por forma a dar-lhes a harmonia funcional e estética que lhes escapa. Num tempo em que se fala tanto da abertura do campus à vivência comum da cidade, particularmente em Braga mas imagino que também em Guimarães, não seria este um passo firme a dar nesse sentido?
Feito de raiz, ficaria sempre melhor. Não creio, no entanto, que esteja já tudo perdido, havendo vontade e alguma imaginação. Será que há?

J. Cadima Ribeiro

sábado, 2 de janeiro de 2010

A ligação às empresas ...

"A ligação às empresas é essencial para as Universidades e, num contexto de globalização, essa ligação deve ir para além das empresas portuguesas."

Jaime Rocha Gomes


(titulo de mensagem, datada de Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010, e intitulada "A Universidade e a Escola de Engenharia-desafios para a equipa reitoral em 2010 (1) Ligações ao exterior", disponível em Prálem d`Azurém)