Se bem se recordam, na anterior prestação de contas (8 de Junho de 2009), tomava aqui posição muito crítica sobre a situação da UM e dizia que o Conselho Geral (CG) corria o risco de se tornar conivente, por omissão.
Entretanto, factos novos e inesperados ocorreram. O Reitor da UM na sessão do CG de 22 de Junho comunicou que não levava o mandato até ao fim, devendo fazer-se eleições para que um novo entrasse em funções em Outubro.
O anúncio surpreendeu todos os membros do Conselho, pois no discurso de tomada de posse dos elementos externos do CG (19 de Maio de 2009) transpareceu a continuidade no cargo até ao fim do mandato. Perante este novo quadro, o Conselho começou a pensar no indispensável procedimento eleitoral com a urgente aprovação do regulamento de eleição do reitor e do calendário eleitoral, marcando para esse efeito reunião extraordinária para o dia de hoje.
Dessa reunião espero dar informação e, ao mesmo tempo, peço compreensão para este silêncio de algumas semanas.
Entretanto, factos novos e inesperados ocorreram. O Reitor da UM na sessão do CG de 22 de Junho comunicou que não levava o mandato até ao fim, devendo fazer-se eleições para que um novo entrasse em funções em Outubro.
O anúncio surpreendeu todos os membros do Conselho, pois no discurso de tomada de posse dos elementos externos do CG (19 de Maio de 2009) transpareceu a continuidade no cargo até ao fim do mandato. Perante este novo quadro, o Conselho começou a pensar no indispensável procedimento eleitoral com a urgente aprovação do regulamento de eleição do reitor e do calendário eleitoral, marcando para esse efeito reunião extraordinária para o dia de hoje.
Dessa reunião espero dar informação e, ao mesmo tempo, peço compreensão para este silêncio de algumas semanas.
Braga, 30 de Junho de 2009
António Cândido de Oliveira