sábado, 30 de maio de 2009

Prestação de contas (8)

Assumir a prestação de contas é assumir um encargo.
Mais fácil é ser eleito e depois nada mais dizer.
Assumo o encargo, mas peço compreensão.
Tenho trabalhado pelo Conselho Geral mas não tenho dado notícias.
Neste momento muitas tarefas me ocupam.
Direi algo muito em breve, espero.

António Cândido de Oliveira

sexta-feira, 29 de maio de 2009

terça-feira, 26 de maio de 2009

"Da enormidade da negação de nomeação definitiva a quem trabalha na academia há longos anos ..."

«Cara(o)s Colegas,
Na academia minhota vários são os colegas a quem se prepara a negação da almejada "nomeação definitiva". Alguns destes colegas entraram ao serviço na academia há largos anos, alguns mesmo ultrapassando a vintena. Iniciaram como monitores ou assistentes e foram progredindo nos degraus de uma putativa carreira que poderá terminará com o desemprego, e dada a idade de alguns, equivalerá a desgraça social.
Porque lhes é negada a "nomeação definitiva" ? Em geral porque se argumenta não terem atingido metas, ditas mínimas, de desempenho, donde se destacam, as científicas, mensuráveis em número de publicações, de projectos de investigação, de orientações de projectos de pós-graduação, etc.
Sem prejuízo de que cada caso é um caso diferente, porque se pode afirmar sem rodeios, que negar a nomeação definitiva é, em geral, uma enormidade?
Tão simplesmente porque exigindo-se o cumprimento de metas no final de um percurso, neste mesmo percurso, qual caminho pedregoso e tantas vezes íngreme, foram colocados percalços, alguns de difícil transposição, na forma de atribuição de responsabilidades de gestão, de missões administrativas, de injunções lectivas, de isolamentos e impedimentos de diversa índole, que aliados à inexperiência e falta de orientação ou mesmo a certa ingenuidade, resultou numa magra lista final de resultados.
Se considerarmos que a ambicionada "nomeação definitiva", com o cognome de "tenure" no novo ECDU, será apenas atribuível a professores catedráticos e associados, então é legítimo perguntar que sentido faz não nomear definitivamente um colega na categoria de professor auxiliar .
Não se lhe nega só o equivalente a um contrato por tempo indeterminado, que note-se pode ser cessado a qualquer momento, mas é-lhe sobretudo recusada a oportunidade de poder palmilhar um novo percurso, desejavelmente com regras mais claras e melhores condições de andamento.
Um interessante desafio para a academia, nestes tempos de transição e de lógicas de frio calculismo medido em índices ISI, é estabelecer uma trégua geral para todos aqueles que genuinamente deram e continuam a dar o seu melhor em prol da academia e que ambicionam apenas a oportunidade de provar que são capazes de fazer melhor, muito melhor. É a sua experiência de longos anos e o seu forte desejo de perseguir um melhor desempenho, que mais poderão beneficiar a academia.
Afinal não se atribui uma nomeação que é definitiva (como se houvesse algo definitivo .). Ao professor auxiliar apenas se concede um contrato que é por tempo indeterminado, determinável pelo melhor desempenho num tempo de trégua.
Vale a pena reflectir nisto.
Saudações amigas,

Adérito Fernandes Marcos»
*
(reprodução integral de mensagem distribuída universalmente na rede eletrónica da UMinho na manhã deste dia; reprodução formalmente autorizada pelo autor)

"É lamentável o que está a acontecer ao Ensino Superior"

"É lamentável o que está a acontecer ao Ensino Superior, nomeadamente o Universitário (por conhecer melhor). O ministro deve estar orgulhoso de ter conseguido manter os docentes do Ensino Superior, especialmente os universitários, quietinhos enquanto põe e dispõe das suas vidas profissionais."
Jaime Rocha Gomes
*
(excerto de mensagem, datada de 2009/05/25, intitulada O novo ECDU(3)-O peso do traje, disponível em Prálem D`Azurém)

sábado, 23 de maio de 2009

Situação dos leitores: a perspectiva do SNESup

«Colegas
Chamamos a atenção para um conjunto de informação publicado no nosso site sobre a situação dos leitores
http://www.snesup.pt/htmls/EkukAAEEAuwqHFQtAE.shtml

Saudações académicas e sindicais
A Direcção do SNESup
22-5-2009»

(reprodução integral de mensagem de correio eletrónico entretanto recebida, com a proveniência identificada)

quinta-feira, 21 de maio de 2009

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Eleições para o Senado: resultados a nível de estudantes e de trabalhadores não-docentes e não-investigadores

Senado Académico

Trabalhadores não docentes e não investigadores + Estudantes
Eleição - 2º escrutínio

» Resultados Eleitorais
» Homologação
*

terça-feira, 19 de maio de 2009

Prestação de contas (7)

Decorreu hoje a 5ª reunião do Conselho Geral da Universidade do Minho (CG), a primeira com os elementos externos que tomaram, hoje mesmo, posse perante os membros eleitos. Procedeu-se à eleição do Presidente do Conselho Geral (Eng.º Luís Braga da Cruz), que passou de imediato a dirigir os trabalhos. Abordaram-se aspectos do regimento e agendou-se a próxima reunião para o dia 22 de Junho. Houve de seguida uma apresentação pública do CG agora com a presença do Reitor. Não me demoro mais em informações, pois elas devem ser dadas pelos serviços do próprio órgão, ainda que se esteja numa fase de resolver problemas que resultam da novidade que ele representa na estrutura da Universidade.
No que me diz respeito, a preocupação maior que tenho é a de que o CG comece, desde já, a trabalhar e a tratar dos problemas da nossa Universidade. É natural que assim suceda, pois os membros eleitos conhecem bem as preocupações dos seus representados sobre a situação da UM, incluindo a alegada falta de dinheiro para pagamento ao pessoal em funções.
O Conselho Geral tem a obrigação de obter uma informação completa e assim devidamente pormenorizada sobre a vida da UM nos seus diversos aspectos. Continua a dizer-se que não há um plano de actividades nem um orçamento devidamente elaborados para o ano em curso. Ora isso tem de ser devidamente esclarecido, pois não parece que tal seja possível. E, aliás, considero meu dever solicitar exactamente o plano de actividades e o orçamento da UM de 2009 para preparar a próxima reunião do CG na qual este e outros assuntos serão certamente debatidos.
É isto o que, de forma resumida, se me oferece dizer, hoje, aos colegas que represento.

António Cândido de Oliveira