Fontes legítimas de I&D e a sua proteção
(título de mensagem, datada de domingo, 18 de dezembro de 2016, disponível em O Campus e a Cidade)
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domingo, 18 de dezembro de 2016
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
"Universidade Pública! Isso é o que somos e queremos continuar a sê-lo"
A Universidade Pública em perigo na UM?
(título de notícia de domingo, 11 de dezembro de 2016, disponível em O Campus e a Cidade)
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sábado, 10 de dezembro de 2016
terça-feira, 29 de novembro de 2016
"Para que servem comunicados deste género do Conselho Geral em que nada se diz exceto sobre a data e agenda da próxima reunião?"
Universidade Aberta?
(título de mensagem, datada de domingo, 27 de novembro de 2016, disponível em O Campus e a Cidade)
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segunda-feira, 14 de novembro de 2016
"Devia haver uma avaliação rigorosa das capacidades dos politécnicos em produzir ciência"
Todos os Nomes
(título de mensagem, datada de domingo, 6 de novembro de 2016, disponível em O Campus e a Cidade)
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quarta-feira, 26 de outubro de 2016
"Quando os politécnicos pedem para "fazerem" doutores, pergunto: mais doutores para quê? Ou, para Quem?"
Mais doutoramentos para quê ou para quem
(título de mensagem, datada de terça-feira, 25 de outubro de 2016, disponível em O Campus e a Cidade)
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sábado, 15 de outubro de 2016
"E nós a pensar que nos tínhamos livrado destes ´tiques` urbanísticos"
PIPs e tiques no urbanismo de Braga
(título de mensagem, datada de domingo, 9 de outubro de 2016, disponível em O Campus e a Cidade)
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sexta-feira, 14 de outubro de 2016
"Ensino Superior: o desafio de integrar os novos estudantes"
«As Universidades
tornaram-se instituições centrais nas nossas sociedades contemporâneas e isso
trouxe-lhes uma visibilidade acrescida do espaço público. Um dos motivos que
deu enorme relevância ao Ensino Superior foi a convicção crescente de que a
formação superior trazia inúmeros benefícios em termos relativos. Obviamente
que uma parte importante desses benefícios se refere a aspectos económicos
(mais rendimento ao longo da vida, menor risco de desemprego, empregos com mais
oportunidades de formação adicional). No entanto, hoje sabemos também que uma
população mais escolarizada beneficia também de múltiplos benefícios
não-económicos (melhor saúde, maior capacidade de participação cívica e
política, maior reconhecimento social, entre outras).
Por estes motivos, a
obtenção de formação superior tornou-se hoje, felizmente, um dos objetivos de
vida de cada vez mais jovens, assim como de todos aqueles que percebem a
importância da formação ao longo da vida. As Instituições de Ensino Superior
têm, por isso, a responsabilidade de se prepararem e responderem adequadamente
a estas grandes expectativas de uma sociedade para quem o conhecimento tem cada
vez mais valor económico e social.
É neste contexto que
ganha acrescida importância a necessidade das Universidades promoverem uma
bem-sucedida integração dos novos estudantes. Todos aqueles que viveram essa
experiência sabem que é um tempo de entusiasmo e expectativa, mas também de
incerteza acrescida, perante um novo mundo de escolhas intelectuais,
profissionais e pessoais, presentes e futuras. Sabemos que, para a maioria dos
estudantes, os primeiros tempos na Universidade são decisivos para um bom
desempenho académico e para um percurso bem-sucedido. É, por isso, essencial
que as Instituições de Ensino Superior saibam contribuir da melhor forma para
essa integração, retirando cada vez mais o espaço a práticas pouco
dignificantes e promovendo uma oferta diversificada de actividades culturais,
desportivas e cívicas essenciais para a formação do estudante enquanto cidadão
e futuro profissional.
Promover a integração
dos novos estudantes passa também por (re)valorizar a missão de ensino,
primeira missão da Universidade, alimentada por uma forte actividade de
investigação de qualidade. Deste modo, as Instituições de Ensino Superior devem
apoiar a formação pedagógica e científica dos docentes, fortalecendo o processo
educativo numa perspectiva de inclusão dos estudantes. Tal faz-se também pelo reforço
da exigência, com evolução contínua, da qualidade dos modos de ensino,
aprendizagem e avaliação, que expandam a aquisição de conhecimentos, que
incluam o desenvolvimento de competências diversificadas, que abram horizontes
profissionais e científicos numa perspetiva global, e que fortaleçam a
capacidade de compromisso com a comunidade envolvente.
Perante este desafio,
a Universidade do Porto tem, de há alguns anos para cá, desenvolvido trabalho
continuado para a integração dos estudantes na componente académica e social da
instituição. Destaca-se, pelo valor simbólico, um dia festivo de acolhimento
aos novos estudantes pela Universidade e pela cidade do Porto, complementada
por um conjunto diversificado de actividades nas diferentes faculdades ao longo
do primeiro ano. Estas actividades incluem informação sobre o curso e
respectivas saídas profissionais, formações que promovem competências
transversais, programas de tutoria/mentoria para apoio aos novos estudantes,
assim como eventos culturais e actividades desportivas. Os estudantes são
igualmente desafiados ao longo do seu percurso para projectos de intervenção na
comunidade (tais como programas de voluntariado), projectos tecnológicos e de
investigação em cooperação com centros de investigação, empresas e outras
entidades, para além de programas de mobilidade internacional. Paralelamente, a
U.Porto estabeleceu, à semelhança de outras Universidades nacionais e
internacionais, uma actividade de formação pedagógica regular e diversificada
dos seus docentes, promovendo a discussão e reflexão sobre a necessária
adaptação dos métodos de ensino e de avaliação num tempo de rápida mudança.
A sociedade portuguesa
espera hoje, mais do que nunca, que as Instituições de Ensino Superior sejam
capazes de contribuir decisivamente para ultrapassar dificuldades conjuncturais
e bloqueios ancestrais. Esperam, de modo particular, que saibam formar
indivíduos bem preparados cientificamente, mas também comprometidos com a
comunidade e empenhados na promoção de uma sociedade melhor. O percurso que a
U.Porto está a trilhar não será único no contexto do Ensino Superior Português,
mas esperamos que possa contribuir para animar outras a dedicarem mais atenção
a uma integração bem-sucedida dos novos estudantes. Se o fizermos, estaremos a
merecer a confiança que a sociedade deposita em nós.»
Fernando
Remião
Pedro Nuno Teixeira
(reprodução de artigo de opinião publicado em PÚBLICO online, de 13/10/2016)
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
"Estudo norte-americano divulga quais são as profissões mais promissoras para o futuro"
Artigo Universia.net
As 10 profissões mais promissoras para o futuro:
http://noticias.universia.pt/destaque/noticia/2016/09/15/1143566/10-profisses-promissoras-futuro.html
As 10 profissões mais promissoras para o futuro:
http://noticias.universia.pt/destaque/noticia/2016/09/15/1143566/10-profisses-promissoras-futuro.html
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
Praxes: "o que ele quer dizer é que não tem vontade de fazer nada"
Como impedir praxes de alunos que representam a UM, fora do campus?
(título de mensagem, datada de quarta-feira, 7 de setembro de 2016, disponível em O Campus e a Cidade)
(título de mensagem, datada de quarta-feira, 7 de setembro de 2016, disponível em O Campus e a Cidade)
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
"The jobs of the future"
Artigo World Economic Forum
The jobs of the future – and two skills you need to get them:
https://www.weforum.org/agenda/2016/09/jobs-of-future-and-skills-you-need?utm_content=buffer155b3
The jobs of the future – and two skills you need to get them:
https://www.weforum.org/agenda/2016/09/jobs-of-future-and-skills-you-need?utm_content=buffer155b3
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
"The Slow Professor"
Artigo Ensino Superior UNICAMP
Não é possível aliar produtivismo acadêmico com excelência e brilhantismo:
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
"Estandardização e adaptação puras não são provavelmente estratégias alternativas com grande aplicabilidade"
Mundo global
(título de mensagem disponível nesta data em Empreender)
domingo, 7 de agosto de 2016
"Uma das razões para a elaboração da pesquisa é suprir dúvidas existentes sobre o objeto de estudo"
Artigo
UFJF Notícias
Dez dicas para elaborar bom projeto de pesquisa de mestrado e doutorado:
http://www.ufjf.br/noticias/2016/05/05/dez-dicas-para-elaborar-bom-projeto-de-pesquisa-de-mestrado-e-doutorado/
Dez dicas para elaborar bom projeto de pesquisa de mestrado e doutorado:
http://www.ufjf.br/noticias/2016/05/05/dez-dicas-para-elaborar-bom-projeto-de-pesquisa-de-mestrado-e-doutorado/
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
"Quando se questiona demasiado aquilo que nos ensinaram ou que aprendemos lendo e estudando, acaba-se por ser engolido por uma atitude de crítica constante"
Livros de férias- City of God
(título de mensagem, datada de quarta-feira, 3 de agosto de 2016, disponível em O Campus e a Cidade)
(título de mensagem, datada de quarta-feira, 3 de agosto de 2016, disponível em O Campus e a Cidade)
quinta-feira, 21 de julho de 2016
"Tenho muita dificuldade em admitir [...] o lugar para o insulto gratuito, para o vexame pessoal, para a arrogância permanente durante meses consecutivos"
Artigo de opinião Jornal de Notícias
Não gosto da praxe:
http://www.jn.pt/opiniao/emidio-gomes/interior/nao-gosto-da-praxe-5294604.html
Não gosto da praxe:
http://www.jn.pt/opiniao/emidio-gomes/interior/nao-gosto-da-praxe-5294604.html
quarta-feira, 20 de julho de 2016
"Atitude [...] ambígua no que respeita à praxe"
Ministro tenta travar praxes
(título de mensagem, datada de domingo, 17 de julho de 2016, disponível em O Campus e a Cidade)
(título de mensagem, datada de domingo, 17 de julho de 2016, disponível em O Campus e a Cidade)
sexta-feira, 15 de julho de 2016
"Peer Review—Shame on Us"
«Peer
review is a process, albeit flawed, which is critically important to
the publication of new scientific knowledge. There
is no greater praise for one’s work than the accolades and validation
of respected colleagues and no greater reward than to have those same
colleagues critique and improve your work. The process of peer review
was first applied to academic journalism in 1752
(Kronick DA, Peer review in 18th-century scientific journalism. JAMA. 1990;263(10):1321-1322)
with the establishment of the Committee on Papers by the Royal Society of London to review the first scientific journal Philosophical
Transactions. In 2016, the peer review process may be
single-blinded, double-blinded, or open where authors and reviewers are
known to one another and the reviewers may or may not be identified
publicly. Virtually all of the most highly cited medical
journals use the single-blinded process. The journal Nature is expanding on the traditional
process, allowing authors to choose either single- or double-blinded review. JCMS uses
the single-blinded process. I contemplated a change to a double-blinded
review, as this is intuitively more rigorous, but anonymity is almost
impossible to achieve and it requires a significant increase in workload
for the administrative managing editor. In
addition, the published literature on the subject suggests that the
type of blinding does not affect the quality of reviews; therefore, we
will continue to utilize the single-blinded process. I
recently attended a meeting of the Council of Dermatology Editors,
where Ms. Kate Perry, an editor with the publisher Wiley, presented the
results of a survey that Wiley undertook in 2015 to better understand
the peer review experience. The survey received
2982 responses (1.7% response rate) from reviewers across the
geographic and subject areas serviced by Wiley journals. It has been estimated
that more than 22 million hours were spent reviewing manuscripts for the top 12 publishers in 2013.
The Wiley survey confirmed that the primary reason that reviewers
freely give of their time and expertise
is to support their research community and “pay forward” the good will
of others who have reviewed their work. It was also interesting to note
that reviewers are more likely to accept the invitation from prestigious
journals, to spend more time reviewing these
manuscripts, and to adhere to the journal’s deadlines. Forty-nine
percent of reviewers review for more than 5 journals. The survey also
noted that recognition and feedback were more important than more
tangible rewards. The Wiley survey also revealed that
three-quarters of all reviewers stated that they would like more
training, with 89% of early career researchers requesting additional
training. Peer
review is the cornerstone of academic learning and it is taken for
granted. There needs to be change, and nothing short of public shaming
is likely to accomplish this.
Academic
institutions need to recognize peer review as an integral component of
scientific research and provide it equal merit to other research
activities.
Societies and institutions that survive and flourish as a result of the
unpaid work of reviewers need to recognize reviewer work,
provide reviewer training, and lobby academic institutions and granting
agencies to formally record and specifically acknowledge our colleagues
engaged in the peer review process. JCMS can,
I believe, make a difference. I intend to lead by example and address
the most significant issues that were elucidated in the Wiley survey. I
will seek out an educator to meet the reviewer request for more
training. I have initiated a Wall of Honor on the
masthead where the names of reviewers will be published in a timely and
dynamic manner. SAGE Publications, our publisher, is now integrated
with Publons, which is an online service that will record and verify the
work of reviewers so that this work may be
highlighted for career advancement purposes. I will review the CV
formats of our academic institutions and request that a section be
allocated for the purpose of listing reviewer work now that Publons is
integrated with our publisher. I also hope that each
of you—our authors, reviewers, and readers—will take this message to
your institutions and speak out for the recognition that our colleagues
who undertake peer review deserve.
Kirk Barber, MD, FRCPC
Editor-in-Chief, JCMS»
(reprodução de texto com a autoria identificada que colega nos fez entretanto chegar)
segunda-feira, 11 de julho de 2016
"Ensino superior e doutoramentos"
«Seria progresso
o ensino politécnico passar a conceder doutoramentos ainda que mesmo sob a
argumentação confusa da diferenciação entre doutoramentos universitários e
doutoramentos politécnicos?
“A
história é émula do tempo, repositório de factos, testemunho do passado,
exemplo do presente, advertência do futuro” (Miguel Cervantes).
Durante
anos, porfiei na procura da letra de uma lengalenga da minha meninice que se me
negava na neblina da memória. Já desesperançado, finalmente, deparei-me com ela
numa crónica de António José Saraiva, “um dos espíritos mais fascinantes da
cultura portuguesa contemporânea” (José Mattoso),intitulada “A lógica do
macaco”: “Do meu rabo fiz navalha / Da navalha fiz camisa / Da camisa fiz
farinha / Da farinha fiz menina / Da menina fiz viola / Trim tim tim que vou
para Angola” (“Jornal de Letras”, 06/07/1982).
Mutatis
mutandi, encontro analogia entre esta lengalenga de metamorfoses e o percurso
feito pelo ensino superior politécnico que de um diploma de curta duração (dois
anos) fez um bacharelato; de um bacharelato fez uma licenciatura; de uma
licenciatura fez um mestrado; e de um mestrado pretendia fazer um doutoramento.
Aliás, nihil
novi sub sole! Anos atrás, foi defendida por Rui Antunes, presidente do
Instituto Politécnico de Coimbra, a proposta: “A cidade de Coimbra só teria a
ganhar se o Instituto Politécnico de Coimbra continuasse a fazer o mesmo que
tem feito até aqui com o nome de Universidade Nova de Coimbra” (Diário de
Coimbra, 10/11/2005). Quem sabe se por ter dado pelo plágio relativamente
ao nome da Universidade Nova de Lisboa, volta ele à carga propondo, agora, lato
sensu, a crisma de ensino politécnico para “Universidade de Ciências
Aplicadas” (Diário As Beiras, 05/08/2013).
Em
oposição, e com o apoio do movimento associativo estudantil, António Cunha,
presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP),
discorda com o fim do sistema binário de ensino superior: “Temos sempre
defendido o aprofundamento do sistema binário e uma maior diferenciação entre
os sistemas” (PÚBLICO, 08/07/2015).
No ano em
curso, sai reforçada esta posição reitoral com a notícia intitulada:
“Universidades estão contra doutoramentos em politécnicos” (PÚBLICO,
17/06/2016). Dela relevo as seguintes passagens:
“Os
reitores das universidades públicas não querem que os politécnicos passem a
atribuir doutoramentos. A medida está a ser estudada pelo Governo e corresponde
a uma a uma ambição antiga dos institutos superiores. Em comunicado, os
responsáveis universitários defendem que essa solução vai criar uma maior
confusão entre as missões dos dois subsectores e será prejudicial para o ensino
superior”.
Em
relação à semana anterior, era, também, aí referido que “o Governo está a
estudar esta possibilidade e tem-na discutido com os responsáveis das
instituições de ensino superior. O que está em cima da mesa não é a atribuição
de doutoramentos académicos, o modelo clássico, que se mantém como um exclusivo
do sector universitário”.
Em
tentativa de quem procura saída para o beco em que se tinha metido, era
esclarecido pelo Governo “ que os politécnicos correspondem à fileira
profissional dentro do ensino superior e, portanto, devem poder dar cursos de
doutoramento com uma componente profissional ou tecnológica”.
Ao
arrepio do “soberaníssimo bom senso”, de que nos falava Antero, a tutela da 5
de Outubro abre portas com a habilidade de as fechar quando as dobradiças
começam a ceder. Assim, passados escassos dias, sai neste mesmo jornal uma
outra notícia, desta feita, intitulada “Politécnicos não vão formar doutorados”
(22/06/2016), esclarecendo que [em audição parlamentar], “o ministro da Ciência
e Ensino Superior, Manuel Heitor, afirma que não pretende permitir que os
institutos politécnicos passem a oferecer doutoramentos”, reforçando ser necessário
“aumentar as diferenciações entre as instituições de cada um do subsistemas”.
Ou seja, descalçando botas que lhe pudessem vir a criar joanetes justificava-se
o ministro com ”toda a sua abertura ao debate”.
Pelo
poeta polaco Stanislaw Lec, foi levantada a seguinte interrogação: “Será
progresso um canibal usar garfo e faca?” Analogamente, seria progresso o ensino
politécnico passar a conceder doutoramentos ainda que mesmo sob a argumentação
confusa da diferenciação entre doutoramentos universitários e doutoramentos
politécnicos, numa espécie de classificação de doutoramentos de primeira e
doutoramentos de segunda?
Num país
em que, não poucas vezes, se protege o atrevimento, se enaltece a ignorância e
se honra o demérito não seria ocasião soberana para se definirem, de uma vez
por todas, sem ser a reboque de pressões sindicais, políticas ou de qualquer
outra natureza, as linhas orientadoras do sistema oficial de ensino superior?
Me arreceio que, em procrastinação, tão ao jeito dos poderes decisórios
nacionais, se deixe, uma vez mais, a solução definitiva desta magna questão
para as calendas gregas, em desacerto com o preconizado por Victor Hugo: “Saber
exactamente qual a parte do futuro que pode ser introduzido no presente é o
segredo de um bom governo”.»
RUI J. BAPTISTA
(reprodução de artigo de opinião Público online, de 11/07/2016)
[cortesia de Nuno Soares da Silva]
domingo, 10 de julho de 2016
"The ‘war on humanities’"
Artigo Times New Roman
Why are the humanities always under fire? We need them more than ever:
https://www.timeshighereducation.com/blog/why-are-humanities-always-under-fire-we-need-them-more-ever
Why are the humanities always under fire? We need them more than ever:
https://www.timeshighereducation.com/blog/why-are-humanities-always-under-fire-we-need-them-more-ever
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